PortuguêsEnglishEspañolItaliano

Defesas de Dissertação

2019

DEZEMBRO

♦♦♦ DISCENTE: LIA LEITE SANTOS

DATA: 12/12/2019

HORA: 15:00

LOCAL: Sala de Defesa (Capitu)

TÍTULO:O signo identificante: a dimensão ética no experimentalismo de Julio Cortázar em Rayuela

PALAVRAS-CHAVES:Cortázar. Rayuela. Ética. Homo ludens. Linguagem.

PÁGINAS: 120

GRANDE ÁREA: Linguística, Letras e Artes

ÁREA: Letras

SUBÁREA: Literatura Comparada

RESUMO:Uma literatura que se propõe instrumento de libertação humana não pode sê-lo por meio de uma linguagem atrelada a um sistema de valores aprisionadores. Baseado nesta premissa, este trabalho empreende uma análise dos experimentos literários e da ideologia que atribui significado à sua implementação no romance Rayuela (1963), de Julio Cortázar (1914-1984). Para isto, extraímos do texto romanesco uma organização de valores original, pela qual o personagem Horacio Oliveira categoriza os fundamentos do seu pensamento: la ética, la cosquilla y la lengua – a ética, a cócega e a língua. Uma tríplice relação, baseada no imperativo ético, na discursividade lúdica e na transgressão da linguagem. Para compreendermos a categoria ética, estabelecemos uma reflexão comparativa entre o enunciado cortazariano e o pensamento filosófico de Bento de Espinosa (1632-1677) presente na Ética (1677), observando no romance as isotopias ilustradas pelos atributos metafísicos Unidade e Absoluto. A categoria cócega é contemplada pelo prisma da teoria apresentada em Homo Ludens (1938), pelo autor holandês Johan Huizinga (1872-1945), conduzindo-nos a uma propriedade acerca da relação entre os jogos e a poesia, o lúdico e a literatura. A categoria língua é analisada através da investigação dos textos críticos e teóricos sobre a subversão estética do próprio Cortázar, e do discurso metaliterário presente no romance, através da voz do personagem Morelli. Em posse destas considerações, analisamos como tais valores são transcritos em seus jogos de linguagem, nos experimentos dos capítulos “68”, “90” e “34”, que correspondem, respectivamente, ao dialeto glíglico, o hachismo, e a paródia a Perez Galdós. Investigando a ruptura de sua estrutura formal e o aparato ideológico de Rayuela, concluímos que o projeto cortazariano de transgressão (po)ética implica num empreendimento que visa à emancipação humana.

MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição – ERMINIO DE SOUSA NASCIMENTO – UVA
Interno – 80115 – JOSE LEITE DE OLIVEIRA JUNIOR
Presidente – 1765302 – ROSELI BARROS CUNHA

♦♦♦ DISCENTE: KLEBER BEZERRA ROCHA

DATA: 02/12/2019

HORA: 10:00

LOCAL: Sala de Defesa (Capitu)

TÍTULO:Pluto é rico, quando a riqueza enxerga novamente Aristófanes, Pluto – Estudo e Tradução

PALAVRAS-CHAVES:Aristófanes. Comédia. Transição. Riqueza.

PÁGINAS: 221

GRANDE ÁREA: Linguística, Letras e Artes

ÁREA: Letras

SUBÁREA: Literatura Comparada

RESUMO:A comédia Pluto de Aristófanes, a última desse autor que nos restou completa, foi apresentada no ano 388 a.C. trazendo inovações formais como a diminuição da participação do coro, e em relação ao assunto, que passou a ser a economia e não mais a guerra. A comédia trata, na sua primeira parte, sobre a cura da cegueira do deus da riqueza feita pelo deus Asclépio, e planejada por um agricultor, Crêmilo, com o auxílio de seu escravo, Carião, o qual divide a função de herói com seu senhor, para que Pluto trouxesse riqueza aos que fossem justos. Na segunda parte, quando o deus recupera a visão, acontecem algumas repercussões: a apresentação da Idade de Ouro na casa de Crêmilo, após a cura de Pluto; os dois primeiros visitantes (Justo e Delator); o segundo par de visitantes (a Velha e o Rapaz); posteriormente, o deus Hermes, recebido por Carião; por fim, chega o Sacerdote de Zeus, que resiste mas compõe o cortejo do deus no êxodo. Assim, nessa peça, o protagonista é o representante de uma coletividade, pois Crêmilo é um simples camponês que, de qualquer forma, ainda apresenta o ideal de paz e justiça da comédia de Aristófanes. Para fazer compreender toda essa situação, o objetivo dessa pesquisa é traduzir a peça para o português e analisá-la, buscando encontrar o lugar dela dentro da produção do comediógrafo. Portanto, na primeira parte da dissertação se apresenta a tradução da comédia para o português, depois vem o estudo, que se inicia com uma apresentação do que no texto há de registro do momento histórico; em seguida, as fases das peças aristofânicas; o período de transição da comédia; e para concluir, um estudo da estrutura formal e funcional de Pluto.

MEMBROS DA BANCA:
Presidente – 1166175 – ANA MARIA CESAR POMPEU
Externo à Instituição – LAURO INÁCIO DE MOURA FILHO – IFCE
Interno – 1165715 – ORLANDO LUIZ DE ARAUJO

SETEMBRO

♦♦♦ DISCENTE: LÍDIA BARROSO GOMES CASTRO

DATA: 26/09/2019

HORA: 15:00

LOCAL: Sala de Defesas – PPGLetras

TÍTULO:

LITERATURA E JORNALISMO : ENTREVISTA E NOTÍCIA EM PARABÉLUM, DE GILMAR DE CARVALHO

PALAVRAS-CHAVES:

Literatura. Jornalismo. Parabélum. Entrevista e Notícia.

PÁGINAS: 225

GRANDE ÁREA: Linguística, Letras e Artes

ÁREA: Letras

SUBÁREA: Literatura Comparada

RESUMO:

Esta pesquisa examina, sob uma perspectiva comparatista, a obra Parabélum (1977), do escritor e jornalista cearense Gilmar de Carvalho (1949-), no contexto de sua criação, entre o final da década de 1960 e meados dos anos de 1970, período que corresponde a sua formação acadêmica em Direito e em Comunicação Social, pela UFC. Neste trabalho, serão analisados os gêneros “Entrevista e Notícia” como possibilidades de leitura do romance, observadas no arquivo pessoal do escritor, doado ao Acervo do Escritor Cearense da Biblioteca de Ciências Humanas (UFC), em 2009. Para fundamentar esta análise, foram consideradas as discussões de Leonor Arfuch, em La entrevista, una invención dialógica ([1995] 2010), que entende o conceito de entrevista como uma estrutura dialógica, conforme Mikhail Bakhtin (1895-1975), e, de Cremilda Medina Entrevista: o diálogo possível (1995), que considera a entrevista como vivência comum entre o entrevistador e o entrevistado. Quanto à análise das notícias, destaca-se o estudo de Cremilda Medina, Notícia: um produto à venda (1978), que examina as notícias da década de 1970, publicadas pelos grandes jornais no Brasil, como o Jornal da Tarde, O Globo, Jornal do Brasil, Folha de São Paulo, Folha de S. Paulo e o Correio da Manhã, e busca compreender a formulação verbal da mensagem jornalística. A análise dos aspectos da narrativa literária, sobretudo, do romance contemporâneo, destaca o texto “O romance: história e sistema de um gênero literário, de Vitor Manuel de Aguiar e Silva. Considerou-se ainda o manuscrito “Cronologia”, escrito por Gilmar de Carvalho, analisado, paralelamente ao fragmento “Cronologia”, parte final de Parabélum. Os aspectos histórico, político, econômico e sociocultural das décadas de 1960-1970, no Brasil, foram examinados a partir da leitura dos ensaios de Edgar Morin, publicados em Maio de 68: a brecha (2018), do prefácio de Marilena Chauí à edição brasileira do livro mencionada e 1968: o ano que não terminou, de Zuenir Ventura (2015). Ainda, de Edgar Morin, foram discutidos Cultura de Massas no século XX: o espírito do tempo (1975) e Cultura de Massas no século XX: necrose (2006). Acrescentam-se ainda, de Antonio Candido (2000), o ensaio “Literatura e vida social”, e outros autores. Para a atualização de algumas questões históricas e literárias, foram realizadas duas entrevistas com o escritor e jornalista Gilmar de Carvalho, que ampliam as possibilidades da leitura de Parabélum, depois de 44 anos de sua primeira edição.

MEMBROS DA BANCA:
Externo ao Programa – 1166261 – EDUARDO CHAVES RIBEIRO DA LUZ
Interno – 80115 – JOSE LEITE DE OLIVEIRA JUNIOR
Presidente – 289863 – ODALICE DE CASTRO SILVA

 

AGOSTO

♦♦♦DISCENTE: CARLOS HENRIQUE PINTO ARAÚJO

DATA: 31/08/2019

HORA: 10:00

LOCAL: Sala de Defesa (Capitu)

TÍTULO:

Autoria, pacto e desaparecimento na tetralogia de Elena Ferrante

PALAVRAS-CHAVES:

Autoria. Narrativa. Leitura. Pacto. Ferrante.

PÁGINAS: 85

GRANDE ÁREA: Linguística, Letras e Artes

ÁREA: Letras

SUBÁREA: Literatura Comparada

RESUMO:

Ao revisitar Foucault (1969) e o seu seminal “O que é um Autor?”, Chartier (2014) afirma que a autoria “não é somente uma função, mas também uma ficção”. Objetos deste estudo, os quatro volumes da Série Napolitana são assinados pela escritora italiana Elena Ferrante, nome postiço que não desvela um rosto, encerrando-se em si mesmo e instaurando uma interrogação que é também um enigma: quem está por trás da obra? Quem a assina? Quem a escreve? Trata-se de autobiografia ou inteira fabulação? Sem conhecê-la, que protocolos de leitura são acionados pelo leitor no ato mesmo de fruição da narrativa? A indeterminação de uma subjetividade autoral é a fresta inicial através da qual esta pesquisa interpela, num primeiro momento, os conceitos de autoria e os articula, de modo a tentar compreender como essa categoria se constitui na tetralogia de Ferrante, evidenciando que, longe de casual, ela está no cerne de um projeto estético que pretende repor inteiramente a centralidade do texto, conforme o entende Barthes (2004). O mascaramento do aspecto físico do escritor (nenhuma referência a sua existência real) em favor de uma autoria fantasmática expressa no pseudônimo faz parte desse esforço. Lançados no Brasil a partir de 2015, os livros tratam da trajetória de duas amigas, da infância à velhice, e do posterior sumiço de uma delas ao final da vida, sem deixar rastro, num ato deliberado de apagamento similar ao operado pela escritora. À volatilização de uma identidade, presente nesse jogo de espelhos prévio à leitura, Ferrante acrescenta outro nível de desaparição ao mergulhar suas personagens numa relação cujos termos podem ser definidos assim: à Elena Greco, a escritora, cumpre a tarefa de reatar o fio da história de Rafaella Cerullo (Lila), uma operária sem estudo formal que a acompanha desde menina e cuja fuga é o ponto de partida do relato. Elena (personagem) empenha-se, então, na restituição de uma carnalidade à amiga, devolvendo-lhe existência à medida que repassa em pormenores o duplo itinerário. Sua escritura é um gesto contra o esquecimento de que Lila sempre falara e que perseguia obstinadamente – é um gesto de recusa ao esquecimento. O movediço de que se reveste a identidade autoral, por sua vez, resulta num pacto de leitura marcado pela ambiguidade. Ambos (autoria e pacto) integram um mesmo empreendimento escritural no centro do qual está o desaparecimento/esquecimento e a capacidade do literário de reaver o sentido. Contribuem para esta reflexão os trabalhos de Blanchot (2018), Ricoeur (2007), Agamben (2009), Virilio (2015), Derrida (2014), Lejeune (2014) e outros.

MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição – MARILDE ALVES DA SILVA – UFC
Interno – 1165715 – ORLANDO LUIZ DE ARAUJO
Presidente – 1166363 – TITO LIVIO CRUZ ROMAO

 

♦♦♦DISCENTE: ANTONIO FRANCIMAR DA SILVA LIMA

DATA: 30/08/2019

HORA: 11:00

LOCAL: Sala de Defesa (Capitu)

TÍTULO:O niilismo oitocentista expresso no parricídio em Os Irmãos Karamázov

PALAVRAS-CHAVES:Sociedade. Teologia. Literatura. Niilismo. Irmãos Karamázov.

PÁGINAS: 119

GRANDE ÁREA: Linguística, Letras e Artes

ÁREA: Letras

SUBÁREA: Literatura Comparada

RESUMO:A pesquisa tem como objetivo estabelecer uma análise bakhtiniana a partir dos conceitos de personagem-ideia, carnavalização e dialogismo na obra Os Irmãos Karamázov. Pretende-se revelar o que as personagens ideais representam no romance, isto é, como elas conseguem caracterizar, sem o viés simplista das epopeias, a sociedade oitocentista imersa no niilismo teológico-filosófico. Para tanto, será feita uma revisão dos principais conceitos que entrelaçam Literatura, Sociedade e Teologia, dada a conexão existente na obra em análise. A Sociedade burguesa e patriarcal russa do século 19 tentava manter seu status quo frente ao niilismo ocidental, o qual buscava derreter o gelo das tradições judaico-cristãs; de um lado estavam os que queriam desintegrar a ética baseada nos princípios cristãos, do outro, os que não cediam às inovações. Aqueles sugeriam a criação de um novo homem, o übermensch nietzschiano, estes asseguravam a necessidade de manutenção e renovação moderada. Aos poucos vai-se percebendo que os “novos homens” ainda não estavam prontos para surgirem: Ivan Karamázov enlouquece com o peso da culpa da morte do pai, já que ele é a ideia por trás do parricídio; Smierdiakóv suicida-se quando percebe que seu plano, tão bem elaborado, não logrará êxito. Mas a religião também precisa ser ajustada aos novos tempos, por isso, Aliócha deixa o mosteiro (instituição falida) por acreditar que é possível viver e servir como Cristo no mundo real, sem os aparatos da fé.

MEMBROS DA BANCA:
Presidente – 80115 – JOSE LEITE DE OLIVEIRA JUNIOR
Externo ao Programa – 1166261 – EDUARDO CHAVES RIBEIRO DA LUZ
Externo ao Programa – 2073304 – JOSE CARLOS SIQUEIRA DE SOUZA

 

♦♦♦DISCENTE: TAMIRES DE SOUZA CARVALHO

DATA: 30/08/2019

HORA: 09:30

LOCAL: Sala de Defesa (Capitu)

TÍTULO:

Pedra do Reino: a armorialidade na tradução do romance para as telas

PALAVRAS-CHAVES:

Adaptação. Estética armorial. Pedra do Reino. Tradução.

PÁGINAS: 68

GRANDE ÁREA: Linguística, Letras e Artes

ÁREA: Letras

SUBÁREA: Literatura Comparada

RESUMO:

A minissérie A Pedra do Reino (2007), realizada por Luiz Fernando Carvalho, Bráulio Tavares e Luís Alberto de Abreu, foi adaptada da obra de Ariano Suassuna intitulada Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta (1971). Obra que, por excelência, segundo os próprios integrantes do Movimento Armorial, melhor representa o romance armorial. O livro traz um conceito estético próprio, que é o armorial, e segundo Suassuna (1974) “A Arte Armorial Brasileira é aquela que tem como traço comum principal a ligação com o espírito mágico dos ‘folhetos’ do Romanceiro Popular do Nordeste, com a Música de viola, rabeca ou pífano que acompanha seus ‘cantares’, e com a Xilogravura que ilustra suas capas.” Em nossa pesquisa investigamos se, e a maneira como, ocorre uma aproximação à estética armorial da obra adaptada, no processo de tradução desta para as telas. Buscamos identificar mecanismos usados pela direção, produção, cenografia e arte, figurino e trilha sonora para capturar no filme, a sensibilidade plástico-sonora-visual própria do armorial, e verificamos referências de elementos artísticos populares e eruditos inerentes a esta estética. Para tanto, nos apoiamos nos Estudos da Tradução e Adaptação, bem como em pesquisas sobre o Movimento Armorial. Abordamos autores como Bennet (1982), Hutcheon (2013), Jakobson (2003), Leitão (1997), Moraes (2000), Peirce (2015), Plaza (1987), Santaella (2004) e Santos (1999).

MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição – FRANCISCO WELLINGTON RODRIGUES LIMA – UFC
Presidente – 80115 – JOSE LEITE DE OLIVEIRA JUNIOR
Externo à Instituição – MARIA INES PINHEIRO CARDOSO – UFC
Externo à Instituição – MARY NASCIMENTO DA SILVA LEITÃO – UFC

 

♦♦♦DISCENTE: CARLOS HENRIQUE PEIXOTO DE OLIVEIRA

DATA: 29/08/2019

HORA: 14:00

LOCAL: Sala de Defesa (Capitu)

TÍTULO:Flor residual de romances velhos: remanescências épico-líricas medievais na poesia de Onestaldo de Pennafort

PALAVRAS-CHAVES:Onestaldo de Pennafort. Medievalidade. Romanceiro. Residualidade.

PÁGINAS: 143

GRANDE ÁREA: Linguística, Letras e Artes

ÁREA: Letras

SUBÁREA: Literatura Comparada

RESUMO:Onestaldo de Pennafort, poeta fluminense e famoso tradutor de Shakespeare e de Verlaine, exerceu a atividade poética principalmente na primeira metade do século XX. Mesmo sendo este o período em que se deu a maior parte da sua produção literária, Pennafort não se deixou influenciar muito pelas ideias vanguardistas da semana de 22. Exímio conhecedor da arte poética, foi cultor do verso metrificado e da rima. Em geral, é tido pela crítica literária como um dos últimos simbolistas, devido a sua poesia apresentar, entre outras características, um tom subjetivista e forte musicalidade. Apesar da prática poética de Pennafort estar situada temporalmente na modernidade, há, em vários de seus poemas, o uso de formas e de temas, bem como a presença de certa mentalidade poética, que remetem à tradição épico-lírica medieval, especialmente aquela substanciada nos velhos romances ibéricos. O presente trabalho tem por objetivo analisar os resíduos da mentalidade épico-lírica peninsular na poesia de Onestaldo de Pennafort, estabelecendo correlações e diferenciações entre os poemas escritos por este poeta e as composições do romanceiro tradicional ibérico. Para tanto, lançamos mão da Teoria da Residualidade, sistematizada pelo poeta, professor e pesquisador cearense Roberto Pontes, a qual diz que nada em cultura e literatura é original, tudo é remanescente, logo, residual, ou seja, tudo guarda remanescências, resquícios de sensibilidades e de manifestações culturais de épocas passadas. Salientamos que a análise por nós realizada faz parte dos estudos comparados de literatura.

MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição – CARLOS JORGE DANTAS DE OLIVEIRA – FGF
Presidente – 2165290 – ELIZABETH DIAS MARTINS
Externo à Instituição – FRANCISCO ROBERTO SILVEIRA DE PONTES MEDEIROS – UFC

♦♦♦DISCENTE: DOLORES RAISSA TEIXEIRA CUNHA

DATA: 29/08/2019

HORA: 09:00

LOCAL: Sala 03 (Diadorim)

TÍTULO:Os caminhos do insólito na construção da personagem em Inquieta Companhia de Carlos Fuentes

PALAVRAS-CHAVES:Literatura Fantástica. Personagem. Carlos Fuentes. Insólito.

PÁGINAS: 71

GRANDE ÁREA: Linguística, Letras e Artes

ÁREA: Letras

SUBÁREA: Literatura Comparada

RESUMO:A pesquisa tem como objetivo investigar como o fantástico se manifesta através da personagem na obra Inquieta Companhia (2004), do autor mexicano Carlos Fuentes (1928 – 2012), a partir das estratégias narrativas utilizadas para sua composição. Carlos Fuentes escreveu diversas obras em diferentes campos narrativos, porém o fantástico se faz presente em sua obra desde sua primeira publicação. Inquieta Companhia é a ultima obra publicada do autor em vida, através da investigação pretendemos analisar como o fantástico se constrói em sua última obra. O fantástico é uma demonstração narrativa que existe desde o principio da literatura, mas aqui a abordaremos a partir de Todorov (1970) com sua obra Introdução a Literatura Fantástica, que sistematiza o fantástico a partir do século XIX. Juntamente a Todorov recorreremos à obra do autor Filipe Furtado (1980), contemporâneo e crítico de Todorov, David Roas (2014) que faz um panorama do fantástico desde o seu principio até os dias atuai, entre outros. É inegável a importância do realismo maravilhoso dentro da América Latina, por isso visitamos suas instancias com a obra de Chiampi (1980) e Carpentier (1969). Na perspectiva de entender a personagem insólita recorremos a Beth Brait (2017) com sua obra A personagem, Antonio Candido (2014), Filipe Furtado (1980), entre outro. Nossa pesquisa é guiada por tentar traçar um paralelo entre os acontecimentos insólitos e o personagem insólito. A fim de tentar estabelecer um diálogo entre obra e teoria nosso trabalho se organiza da seguinte maneira, no primeiro capítulo revisitamos a obra de Carlos Fuentes dentro da literatura fantástica, no segundo desenvolvemos a teoria da literatura fantástica atrelada ao conto “Vlad”, no terceiro serão tecidos comentários acerca da personagem fantástica. Por fim teremos a analise dos contos. “A boa companhia” “Calixta Brand” e “Vlad”.

MEMBROS DA BANCA:
Externo ao Programa – 1700768 – GERMANA DA CRUZ PEREIRA
Interno – JOSEANE MARA PREZOTTO – UFC
Presidente – 1765302 – ROSELI BARROS CUNHA

♦♦♦DISCENTE: ROSÂNGELA SOARES DE LIMA

DATA: 29/08/2019

HORA: 09:00

LOCAL: Sala de Defesa (Capitu)

TÍTULO:O duplo e o mal na constituição da personagem: vestígios de uma construção do fantástico em O homem duplicado, de José Saramago

PALAVRAS-CHAVES:José Saramago. Personagens. O mito do Duplo. O Mal. Literatura fantástica.

PÁGINAS: 148

GRANDE ÁREA: Linguística, Letras e Artes

ÁREA: Letras

SUBÁREA: Literatura Comparada

RESUMO:Elabora-se, neste estudo, uma leitura sobre O homem duplicado (2002), de José Saramago tendo como temas o mal e o duplo na constituição das personagens protagonistas na obra, de modo a compreender como elas são apresentadas no romance em foco a partir da fundamentação nos estudos de Rosenfeld (2005) e Candido (2005). Ao mesmo tempo também se analisa a estética do fantástico na narrativa, discutindo os sentidos possíveis dos elementos utilizados. Para isso, partimos das reflexões desenvolvidas em estudos de França (2009), Roas (2014) e Arnaut (2008). Entende-se que, com a estética fantástica, Saramago aproxima o leitor de mundos ficcionais sem o distanciar da realidade. Construindo situações com a inserção do insólito, o escritor amplia o referencial de leitura e abre um leque de sentidos implícitos para a narrativa que problematiza a vida do homem contemporâneo. É pois através da estética fantástica que se apresenta a expressão da crueldade humana e, deste modo,  liga-se ao tema do mal, uma vez que a desordem absoluta ilustra o próprio mal. A compreensão do que é o mal na contemporaneidade auxilia no entendimento da natureza humana, essa por sua vez, apresentada na narrativa. Conforme Rosenfield (1988, p. 150), “O homem é um esboço inacabado, talvez para sempre incompleto”, em O homem duplicado a figuração do humano líquido, para usar os termos de Bauman, cria-se no desassossego de uma sociedade que valoriza ainda mais a aparência. As recriações da temática do duplo estão diretamente ligadas não só à necessidade humana de manter o mito, mas de debater e discutir questões como essas, do ser e o parecer. A abordagem desse tema por Saramago, reinventada com a sua própria linguagem e seu engajamento narrativo ilustra de forma satisfatória nossa sociedade. Seu projeto literário sempre focou na questão social, e mais uma vez, no romance em estudo evidencia-se o seu modo crítico de narrar, sendo, pois, evidenciado e reforçado pela construção do fantástico. Em termos de metodologia, focalizaram-se as ações e comportamentos das personagens centrais, assim como da constituição do duplo nestas, para então se discutir as relações com a temática do mal Bataille, (1989), Agostinho, (1980, 2004), Ricoeur, (2013). Vale acrescentar que para dar suporte às considerações teóricas sobre o duplo, utilizaram-se autores que transitam pela filosofia como Platão (2010), Rosset (1988) e Camus (2005), pela psicologia e psicanálise como Rank (2013) e Freud (2008) e pela sociologia, como Bauman (2004, 2005, 2007, 2008, 2009), Bauman; Raud (2018) e Bauman; Donskis (2019)..

MEMBROS DA BANCA:
Presidente – 1629707 – ANA MARCIA ALVES SIQUEIRA
Interno – 2104495 – GERALDO AUGUSTO FERNANDES
Externo à Instituição – SAYURI GRIGORIO MATSUOKA – UECE

 

♦♦♦DISCENTE: SUZANE GOMES DA CUNHA

DATA: 28/08/2019

HORA: 14:00

LOCAL: Sala de Defesa (Capitu)

TÍTULO:Wuthering Heights: a construção do foco narrativo no cinema

PALAVRAS-CHAVES:Literatura. Cinema. Literatura Inglesa. Brontë.

PÁGINAS: 112

GRANDE ÁREA: Linguística, Letras e Artes

ÁREA: Letras

SUBÁREA: Literatura Comparada

RESUMO:A escritora inglesa Emily Brontë escreveu Wuthering Heights, um livro bastante complexo pelos temas dos quais trata e por sua estrutura. O livro contém inúmeras particularidades, dentre as quais está um processo narrativo cheio de nuances. O objetivo do presente trabalho é analisar este processo narrativo do livro de Brontë e contrastá-lo em seguida com o processo elaborado por Andrea Arnold na adaptação dirigida por ela em 2011. Para fazer a análise do livro, a classificação de Abbot (2008) foi a referência principal e Herman & Vervaeck (2005) também foi consultado. Para contrastar o livro com o filme, os estudos de  Abbott (2008), Metz (2007), Hutcheon (2006) e Aumont (2012) constituíram a principal base teórica utilizada. A troca do foco narrativo no livro proporciona uma complexidade difícil de replicar no cinema. Portanto, partimos da hipótese de que há uma transferência do foco narrativo para Heathcliff em Wuthering Heights (2011) e que o filme traz uma perspectiva diferente das que Brontë criou. Os resultados apontam para a ideia de que a narração no livro de Brontë aproxima o narrador e o leitor e a hipótese a ser confirmada é que o filme confere o mesmo efeito, com uma profundidade ainda maior. Ainda que na adaptação fílmica de 2011 o foco narrativo no filme esteja com Heathcliff e não com Nelly e Mr. Lockwood como no livro, a estratégia de busca de proximidade do ponto de vista narrativo único e claro no filme dialoga com aquela que o leitor experiencia através da narração em primeira pessoa do livro.

MEMBROS DA BANCA:
Presidente – 1664548 – CARLOS AUGUSTO VIANA DA SILVA
Externo à Instituição – CLAUDIA REGINA RODRIGUES CALADO – UNILAB
Externo à Instituição – FRANCISCO CARLOS CARVALHO DA SILVA – UECE

 

 

♦♦♦DISCENTE: MARIANA ANTONIA SANTIAGO CARVALHO

DATA: 27/08/2019

HORA: 14:00

LOCAL: Sala de Defesa (Capitu)

TÍTULO:

Dos vários tons de lilás: violência contra mulher e resistência feminina em Hibisco Roxo, de Chimamanda Ngozi Adichie

PALAVRAS-CHAVES:

Pós-colonialismo. Feminismo. Violência simbólica. Chimamanda Ngozi Adichie.

PÁGINAS: 114

GRANDE ÁREA: Linguística, Letras e Artes

ÁREA: Letras

SUBÁREA: Literatura Comparada

RESUMO:

O feminicídio, embora seja um termo criado recentemente, dá nome a uma prática muito antiga, constituindo a face mais extrema do machismo. Todavia, o patriarcado, no qual o machismo se inscreve, desenvolveu formas as mais variadas de violência contra a mulher, incluindo a violência simbólica, descrita por Pierre Bourdieu, como sendo uma forma de violência “suave, insensível, invisível a suas próprias vítimas, que se exerce essencialmente pelas vias puramente simbólicas da comunicação e do conhecimento, ou, mais precisamente, do desconhecimento, do reconhecimento ou, em última instância, do sentimento” (BOURDIEU, 1999, p. 7-8). Para denunciar e debater formas de enfrentamento a esta e demais formas de agressão às mulheres, intelectuais que desenvolvem suas pesquisas a partir de uma perspectiva feminista criaram termos para melhor descrever a condição das mulheres em cenários de opressão patriarcal: as negras americanas criaram o mulherismo; a brasileira Vilma Piedade, a dororidade; Conceição Evaristo, a escrevivência, etc. Tal como essas e outras teóricas, escritoras se esmeram em fazer de suas criações uma forma de discutir a condição da mulher. Em meio a isso, a condição das mulheres negras não raro problematiza a forma como parte do feminismo discutiu historicamente a situação das mulheres negras, principalmente em contextos marcados pelo colonialismo. É nesse contexto que esta pesquisa se desenvolve tendo como objetivo e horizonte de trabalho analisar como o tema da violência contra a mulher negra, seja física ou psicologicamente, ganha representação em Hibisco roxo, romance publicado originalmente em 2003 pela nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie. A opção pela autora deveu-se principalmente à centralidade que a temática em foco, cerne de nossa pesquisa, ocupa nos escritos da autora, principalmente no romance selecionado como corpus da pesquisa. Além do feminismo, também os Estudos Pós-coloniais nortearão nossa pesquisa, para a qual se revelaram imprescindíveis obras produzidas por nomes como Alfredo Bosi (1995), Edward Said (2007), Elaine Showalter (1994), Elódia Xavier (2007), Gayatri Chakravorty Spivak (2010), Homi Bhabha (1998 e 1992), Jean Paul Sartre (1965), Michel Foucault (2002), Moema Parente Augel (2007), Pierre Bourdieu (1999) Simone de Beauvoir (2016), Stuart Hall (2003) e Thomas Bonnici (2007, 2009).

MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição – FRANCISCO VICENTE DE PAULA JUNIOR – UVA
Interno – 80115 – JOSE LEITE DE OLIVEIRA JUNIOR
Externo à Instituição – SARAH DIVA DA SILVA IPIRANGA – UECE
Presidente – 1728435 – STELIO TORQUATO LIMA

♦♦♦DISCENTE: HENRIQUE GOMES DA SILVA JÚNIOR

DATA: 27/08/2019

HORA: 14:00

LOCAL: Sala 01 (Emma Bovary)

TÍTULO:

A tradução do personagem Winston Smith, de Nineteen Eighty-Four para o cinema

PALAVRAS-CHAVES:

Literatura. Cinema. Adaptação. Nineteen Eighty-four.

PÁGINAS: 117

GRANDE ÁREA: Linguística, Letras e Artes

ÁREA: Letras

SUBÁREA: Literatura Comparada

RESUMO:

O romance Nineteen Eighty-Four (1949), de George Orwell, tornou-se conhecido mundialmente na época de sua primeira publicação por abordar temas pertinentes ao contexto em que estava inserido, como a guerra, os governos totalitários e a ameaça do fim das liberdades individuais. A obra em questão é apontada pela crítica como uma representação pessimista do futuro da sociedade da primeira metade do século XX, ao apresentar o personagem principal, Winston Smith, aprisionado em um cenário de controle e opressão. O romance é considerado um clássico entre as obras distópicas e foi adaptado duas vezes para o cinema, sendo a última versão produzida no ano de 1984 com título homônimo e dirigida por Michael Radford. O objetivo dessa pesquisa é analisar quais os recursos tradutórios que foram utilizados para adaptar o personagem principal para a versão cinematográfica em questão. Partimos da ideia de que a produção fílmica optou por simplificar a construção do protagonista, reforçando o pessimismo do gênero distópico e suprimindo algumas passagens do romance que mostram um desenvolvimento parcialmente otimista do personagem. Como suporte teórico, utilizamos os estudos de Carmell (2012) a respeito de aspectos gerais da adaptação e Cattrysse (1995) que considera o processo de adaptação como tradução. Valemo-nos também de teorias sobre adaptação de obras literárias para o cinema, de Hutcheon (2000), assim como das pesquisas acerca da personagem de ficção de Cândido (2014), Bakhtin (2010) e Brait (2017). Finalmente, utilizamos os estudos de Rodden (2007), Bacollini e Moylan (2003) sobre os aspectos literários em geral e os trabalhos de Cousins (2013), Bordwell e Thompson (2008) e outros acerca dos elementos de composição de narrativas fílmicas. Os resultados preliminares mostraram que a adaptação traduziu para a tela alguns aspectos que reforçam a projeção de um protagonista desumanizado e oprimido pelo ambiente em que vive através da exibição de cenas violentas, fotografia com cores neutras, metáforas visuais e etc. Foi possível constatar ainda que o contexto social em que o filme foi produzido, ou seja, num período em que filmes do gênero ressurgiram para contrapor uma ideologia conservadora, colaborou para a elaboração de um personagem oprimido em seu espaço.

MEMBROS DA BANCA:
Presidente – 1664548 – CARLOS AUGUSTO VIANA DA SILVA
Externo à Instituição – CLAUDIA REGINA RODRIGUES CALADO – UNILAB
Externo à Instituição – FRANCISCO CARLOS CARVALHO DA SILVA – UECE

 

♦♦♦DISCENTE: ANGÉLICA MARIA DE ALMEIDA CARVALHO RAMOS

DATA: 27/08/2019

HORA: 10:00

LOCAL: Sala de Defesa (Capitu)

TÍTULO:Desfiando o bordado narrativo de Autran Dourado: um exercício de leitura do texto literário

PALAVRAS-CHAVES:O risco do bordado. Tempo. Imaginação. Memória.

PÁGINAS: 185

GRANDE ÁREA: Linguística, Letras e Artes

ÁREA: Letras

SUBÁREA: Literatura Comparada

RESUMO:A pesquisa tem como objetivo primordial investigar como o tempo, atrelado às práticas mnemônicas e ao exercício da imaginação, é construído no romance O risco do bordado (1970), de Waldomiro Autran Dourado (1928-2012), a partir das estratégias narrativas mobilizadas para a sua composição.  Autor de feitio erudito Autran Dourado inicia sua careira literária em 1944, com a publicação da novela Teia, pelas Edições Edifício, obra a qual se seguem  Sombra e Exílio e Tempo de Amar (1952). O projeto estético do escritor mineiro caracteriza-se, sobretudo, por um intenso diálogo com a tradição, e com as expressões literárias e filosóficas que marcam a história da civilização ocidental. Bebendo da fonte dos clássicos, o autor constrói sua ficção utilizando-se de bricolagens, recortes, emulações de tragédias gregas, esboçando o perfil de suas personagens a partir de uma reconfiguração de mitos, símbolos e fábulas constitutivas do imaginário do homem moderno.  O tempo aflora, nesse sentido, como o tempo espiralado dos mitos em que uma imagem remete à outra, ou melhor dizendo: vive dentro de outra, podendo ser ressuscitada  a qualquer momento pela evocação ou recordação.  A angústia, o desespero e o erotismo dilacerado pelo sentimento de culpa são alguns  temas recorrentes na ficção autraniana. Em  O risco do bordado, eles são catalisados pela imaginação do personagem João Nogueira da Fonseca, espécie de porta-voz  da fictícia cidade de Duas Pontes. A infância sobressaí-se como um pano de fundo frutífero para a criação literária, sendo a partir dela que se inaugura o universo lúdico da ficção. Desenha-se, ao longo das páginas da romance, a partir da figura de João, o perfil de um escritor em franco processo de amadurecimento que, desconcertado pela opacidade da memória, encontra no devaneio a matéria prima para a criação de seu mundo fabular. Destacam-se ainda, com recursos estéticos, o uso da técnica de narrativa em blocos, a presença do narrador personativo desorientador  da leitura, o jogo barroco de sombra e luz. A pergunta motivacional desta pesquisa é, portanto, a seguinte: como o ato de narrar, atrelado ao recursos mnemônicos e ao uso criativo da imaginação, inaugura novas temporalidades no texto literário? A fim de tentar problematizar a questão levantada, este trabalho inicial divide-se em  duas etapas. Primeiro, analisar-se-á o romance tecendo uma discussão sobre as características referentes à estruturação romanesca, observando as estratégias estéticas, já citadas neste texto, empreendidas pelo autor para criar a coordenada espaço-temporal de sua narrativa, e depois destruí-la  dando vazão à imaginação que desorienta toda a cronologia proposta. Em seguida, traçar-se-á um caminho hermenêutico desdobrando a análise do tempo em dois eixos de significação: o do personagem, imerso em seu horizonte passional, imiscuído no devaneio, a quem acompanhamos, com quem sofremos intimamente o fluxo dos acontecimentos reconstruindo o universo a partir do seu ponto de vista; e do narrador que, enxergando os acontecimentos por trás, tenta conferir uma significação a eles a partir do esforço de recordação. Como fundamentação teórica toma-se, como ponto de partida para as discussões, as contribuições de Pouillon (1974);  Mendilow (1971); Borneuf  (1971);  Bosi (2004);  Benjamin (1994);   Didi-Hubeman (2012); Stanzel (1974); Bakhtin (2008); Wolfflin (1986); Eliade (1972); Iser (2002); Genette; (1972); Lejeune (2008); Halbwachs (1990); Agostinho (2012); Bachelard (2009); Vernant (2009); Merleau-Ponty (2005),  Ricoeur (2012), dentre outros.

MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição – DANIELE BARBOSA BEZERRA – UECE
Presidente – 1355238 – MARCELO ALMEIDA PELOGGIO
Interno – 1165715 – ORLANDO LUIZ DE ARAUJO

 

♦♦♦DISCENTE: ANA TAMIRES DA SILVA OLIVEIRA

DATA: 26/08/2019

HORA: 15:30

LOCAL: Sala de Defesa (Capitu)

TÍTULO:As Manifestações do Mal em Os Verdes Abutres da Colina

PALAVRAS-CHAVES:Mal. Simbolismo. Os Verdes Abutres da Colina. José Alcides Pinto.

PÁGINAS: 171

GRANDE ÁREA: Linguística, Letras e Artes

ÁREA: Letras

SUBÁREA: Literatura Comparada

RESUMO:Esta dissertação desenvolve uma análise sobre o romance Os Verdes Abutres da Colina, a partir de uma interpretação dos múltiplos símbolos que constituem o mal, focando na compreensão de sua origem e implicações que têm para o desenvolvimento do espaço ficcional e dos personagens localizados no centro dessa problemática, na condição de aliados ou vítimas da força maligna que tenta superar as forças divinas e controlar a vida de todos. O romance, publicado em 1974, é o resultado do compromisso que José Alcides Pinto nutriu com a literatura desde a infância. Ele cedo compreendeu que a sua vocação era conviver com a palavra numa relação de extrema obediência, reconhecendo-se como simples instrumento do impulso criador. A partir de então, a amadurecida observação da vida e do homem passou a nutrir os símbolos que foram incorporados à literatura alcidiana. Assim, surgiram as temáticas essenciais que transpassaram a obra de José Alcides Pinto do primeiro ao último texto produzido: o medo da morte (culpa), o pecado (desvio), a maldição (vingança/castigo) e o demoníaco. Essas temáticas são os fios que teceram a narrativa ao redor do mal e ele é o eixo desencadeador da história da comunidade de Alto dos Angicos de São Francisco do Estreito. Para tal discussão e análise, nos baseamos nos estudos de Paul Ricoeur na Simbólica do Mal (2013) para compreendermos como os conceitos de pecado e macha/impureza são as raízes fortes que alimentam e sustentam a compreensão do mal como algo que tem começo e continuidade, mas nunca tem fim.

MEMBROS DA BANCA:
Presidente – 1629707 – ANA MARCIA ALVES SIQUEIRA
Externo à Instituição – FRANCISCO VICENTE DE PAULA JUNIOR – UVA
Interno – 1166363 – TITO LIVIO CRUZ ROMAO

 

♦♦♦DISCENTE: BÁRBARA SILVA TELES DE MENEZES

DATA: 26/08/2019

HORA: 09:30

LOCAL: Sala 03 (Diadorim)

TÍTULO:

Brasil de angústia e saudade: o exílio na narrativa autobiográfica de Miguel Torga

PALAVRAS-CHAVES:

Exílio. Brasil. Memórias. Diário. Miguel Torga.

PÁGINAS: 86

GRANDE ÁREA: Linguística, Letras e Artes

ÁREA: Letras

SUBÁREA: Literatura Comparada

RESUMO:

Atravessar o mar do exílio e desembarcar em um cais de angústia e saudade: esses são os movimentos essenciais da escrita memorialística de Miguel Torga (Trás-osMontes, 1907 – Coimbra, 1995), quando rememora a experiência de vida que o manteve no Brasil por seis anos. Em A Criação do Mundo: segundo dia ([1937] 1969), Torga recupera os motivos da partida e da permanência na fazenda dos tios, em Minas Gerais. Já em A Criação do Mundo: sexto dia ([1981] 1996) e no Diário VII ([1956] 2010) narra a inquietação de uma viagem de retorno ao “cativeiro” da adolescência em idade madura, onde fervilham os sentimentos do adulto em face do reencontro com a pátria que lhe foi madrasta. Nesses percursos tumultuados, que se acomodam nas narrativas de suas memórias e nas notas dos dias em que reencontrou o Brasil, o escritor deixa transparecer as angústias e as saudades brasileiras, bem como mostra um eu poético distinto nos três relatos: ora envolvido pelo estranhamento, ora aberto ao sentimento. Diante dessas reflexões, nossa pesquisa teve como objetivo principal analisar a constituição do exílio brasileiro de Miguel Torga em suas narrativas memorialísticas, em especial A Criação do Mundo: segundo e sexto dias e Diário VII. Como objetivos específicos, buscamos investigar quais características pessoais, sociais e históricas que formam esse sujeito que viveu na condição de exilado, examinar os temas próprios do desenraizamento: a emigração e o entre-lugar do pertencimento e investigar a constituição de um espaço autobiográfico brasileiro dessas obras. Para o entendimento dessas análises, tomamos como aporte teórico as reflexões sobre o exílio propostas por Edward Said (2003, 2005) e Tzvetan Todorov (1999), bem como os pensamentos acerca dos gêneros autobiográficos de Georges Gusdorf (1948), Philippe Lejeune ([1975] 2014), Clara Rocha (1977), dentre outros pensadores. A partir do nosso estudo, concluímos que Miguel Torga, ao rememorar seu exílio brasileiro nas três narrativas, constrói um espaço autobiográfico singular, com reflexões sobre si e a constituição social imposta pela experiência brasileira.

MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição – FRANCISCO WELLINGTON RODRIGUES LIMA – UFC
Presidente – 80115 – JOSE LEITE DE OLIVEIRA JUNIOR
Externo à Instituição – MARCOS VINICIUS MEDEIROS DA SILVA – UERN
Externo à Instituição – SARAH DIVA DA SILVA IPIRANGA – UECE

 

♦♦♦DISCENTE: FABIANA VIEIRA RODRIGUES ROSA

DATA: 26/08/2019

HORA: 10:00

LOCAL: Sala de Defesa (Capitu)

TÍTULO:

A (des)esperança em três contos de Juan Rulfo: ‘Nos han dado la tierra’, ‘Paso del Norte’ e ‘Luvina’

PALAVRAS-CHAVES:

Esperança. Desesperança. El Llano en llamas. Juan Rulfo. México pós-revolucionário.

PÁGINAS: 91

GRANDE ÁREA: Linguística, Letras e Artes

ÁREA: Letras

SUBÁREA: Literatura Comparada

RESUMO:

Com timidez e laconismo característicos, autor de narrativa breve e ao mesmo tempo profunda, o mexicano Juan Rulfo (1917-1986) é reconhecido como um dos maiores escritores de língua espanhola do século XX (CAMPBELL, 2010) com apenas três obras publicadas: o livro de contos El Llano en llamas (1953), o romance Pedro Páramo (1955) e a novela El gallo de oro (1980). Em seus escritos, Rulfo dedica-se a transmitir o eco e a presença de uma profunda desesperança (MONSIVÁIS, 1981). O presente trabalho propõe-se a identificar e analisar as situações e os elementos motivadores do sentimento de (des)esperança dos personagens narradores de três contos de El Llano en llamas: “Nos han dado la tierra”, “Paso del Norte” e “Luvina”. Partimos da ideia da expressão “esperança desesperançada”, à qual faz referência Eric Nepomuceno ([2004] 2015), entendendo que o sentimento dos personagens se baseia em algo ou alguma situação que termina sendo malsucedida, não atendendo satisfatoriamente às suas expectativas e causando frustração e desilusão. Como forma de amparar e enriquecer o estudo, valemo-nos do contexto sócio-histórico do México no período pós-revolucionário, entre os anos de 1920 e 1940. Para alcançar os objetivos propostos, contaremos com a contribuição teórica de Antonio Candido (1979, 2006), Evodio Escalante (1996), José Miguel Oviedo (2001, 2012), Luis Harss ([1966] 1969) e Sergio López Mena (1996, 2007), entre outros, a fim de entender e situar a obra literária de Juan Rulfo no contexto da nossa literatura, e com os aportes de Héctor H. Bruit (1988), Luis M. Garfias (2005), Enrique Krauze (2011) e Edwin Williamson (2012), principalmente, para compreender as consequências dos conflitos revolucionários e seu impacto na realidade sociocultural do povo mexicano.

MEMBROS DA BANCA:
Externo ao Programa – 1511494 – IRENISIA TORRES DE OLIVEIRA
Interno – 1355238 – MARCELO ALMEIDA PELOGGIO
Presidente – 1765302 – ROSELI BARROS CUNHA

 

♦♦♦DISCENTE: GRACIELLY DIAS DE MOURA

DATA: 23/08/2019

HORA: 16:00

LOCAL: Sala 03 (Diadorim)

TÍTULO:Tirésias: mito, paixão e cinema

PALAVRAS-CHAVES:Mitologia Grega. Tirésias. Cinema. Tiresia. Semiótica.

PÁGINAS: 120

GRANDE ÁREA: Linguística, Letras e Artes

ÁREA: Letras

SUBÁREA: Literatura Comparada

RESUMO:Esta pesquisa constitui um estudo comparativo entre uma variante do mito grego de Tirésias presente na Biblioteca Mitológica, de Apollodoro (2016), e a obra cinematográfica intitulada Tiresia, de Bertrand Bonello (França, 2003), que faz referência ao mito. Tirésias, tanto no mito quanto no filme, foi aquele que experienciou ser homem, transformou-se em mulher, retornou à forma masculina e adquiriu o dom da vidência. Com o intuito de identificar os elementos de aproximação e de distanciamento entre as duas obras, a partir dos postulados de Greimas e Courtés (1979), e dos semioticistas Diana de Barros (2002), Fiorin (1995) e Bertrand (2003), empreende-se uma análise do percurso gerativo de sentido do mito e do filme, que se volta para a identificação dos elementos em comum nas duas obras, nos diferentes níveis de produção de sentido: o discursivo, o narrativo e o fundamental. Interessa investigar o que essa nova forma midiática, o filme, retém do mito a que faz referência, e o que de novo a ele acrescenta. Para tanto, a escolha da análise semiótica discursiva e do percurso gerativo de sentido proposto por Greimas se dá pelo fato de ser a semiótica discursiva um campo que se dedica a investigar o texto narrativo a partir de sua estrutura, que pressupõe diferentes níveis do processo de produção de sentido. Após a análise do percurso gerativo, empreende-se a análise de ordem patêmica, de acordo com a obra Semiótica das paixões, de Greimas e Fontanille (1998). A partir do modelo canônico proposto pelos autores, identifica-se o sentimento motor que impulsiona os actantes a transitar de um estado para outro de maneira singular, não a partir da perspectiva apenas da ação e das coisas, mas da emoção, que atualiza o estado dos sujeitos. O objetivo principal deste estudo é, a partir das análises empreendidas, demonstrar que, mesmo equidistantes quanto ao contexto espacial, temporal e social de suas produções, as duas obras tratam essencialmente de temas que eram caros ao homem na Grécia antiga e ainda o são na contemporaneidade: a disputa de poder entre os gêneros masculino e feminino movida pelas paixões da rivalidade e do ciúme e, no nível mais profundo do percurso gerador de sentido, a relação entre natureza e cultura.

MEMBROS DA BANCA:
Interno – 80115 – JOSE LEITE DE OLIVEIRA JUNIOR
Externo à Instituição – SAMARKANDRA PEREIRA DOS SANTOS PIMENTEL – NENHUMA
Presidente – 3885745 – YURI BRUNELLO

 

♦♦♦DISCENTE: MARCELLE PEREIRA SANTOS BENTO

DATA: 17/08/2019

HORA: 14:00

LOCAL: Sala de Defesa (Capitu)

TÍTULO:Electra e o problema do gênero

PALAVRAS-CHAVES:Electra. Sófocles. Mito. Tragédia. Gênero.

PÁGINAS: 139

GRANDE ÁREA: Linguística, Letras e Artes

ÁREA: Letras

SUBÁREA: Literatura Comparada

RESUMO:O presente trabalho propõe-se a fazer uma análise da obra Electra de Sófocles. Parte-se da hipótese de que na heterogeneidade dos discursos filosófico e dramatúrgico seja possível identificar marcas de um discurso influenciado pelo gênero. Para se entender a Questão de Gênero, é necessário entendermos como ela se configura desde os primórdios da Grécia Antiga até os dias atuais. O estudo objetiva analisar como a Questão de Gênero influencia a construção das obras literárias gregas antigas e identificar como as personagens femininas estão representadas no teatro ateniense na obra Electra de Sófocles. A escolha desta tragédia justifica-se pelo fato de tratar de um tema que reflete o papel da mulher na sociedade do período clássico grego. Entretanto, reforça a ideia da mulher que luta por aquilo que acredita. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, descritiva e explicativa, seguindo os procedimentos da Literatura Comparada. Tratamos sobre a questão de gênero a partir dos estudos de gênero de Judith Butler e Joan Scott. Em seguida, explanamos como a noção de Gênero era vista no período Clássico grego. Depois analisamos como Aristóteles apresentava a sua concepção de gênero e finalmente verificamos como o gênero era tratado em textos literários gregos. Investigamos as personagens femininas que aparecem na peça: Electra, Crisótemis, Clitemnestra e o coro. Ademais, norteiam nossa pesquisa as obras produzidas por estudiosos como Júlia Kristeva, Harold Bloom, Chimamanda Adichie e autores clássicos como Aristóteles, Aristófanes, Ésquilo, Eurípedes, Homero e Górgias. Nosso arcabouço teórico defende o ponto de vista de que o gênero pode estabelecer ligações com categorias raciais, classistas, étnicas, sexuais e regionais de identidade que são constituídas através do discurso (BUTLER, 2017). Entendemos que é imprescindível o estudo do discurso, pois ele analisa a inter-relação entre os discursos, sendo que estes estão vinculados ao contexto sócio-histórico-cultural de sua produção. De fato, o discurso é inseparável de todas as questões políticas (FOUCAULT, 2013). O poder é o que vai ajudar o discurso a ser construído, não podendo ser desvinculado dele. Daí, a importância de se investigar como o discurso feminino na tragédia ajuda a identificar a construção do gênero.

MEMBROS DA BANCA:
Presidente – 1165715 – ORLANDO LUIZ DE ARAUJO
Interno – 1166175 – ANA MARIA CESAR POMPEU
Externo ao Programa – 2973485 – JULIANA MARIA GIRAO CARVALHO NASCIMENTO
Externo à Instituição – SOLANGE MARIA SOARES DE ALMEIDA – UFC

 

♦♦♦DISCENTE: RENATO CÂNDIDO DA SILVA

DATA: 14/08/2019

HORA: 14:00

LOCAL: Sala de Defesa (Capitu)

TÍTULO:O trágico em trânsito: reescrituras de Antígona em Jorge Andrade e Ângela Linhares

PALAVRAS-CHAVES:Reescritura. Antígona. Tragédia Grega. Tragédia Moderna. Trágico.

PÁGINAS: 235

GRANDE ÁREA: Linguística, Letras e Artes

ÁREA: Letras

SUBÁREA: Literatura Comparada

RESUMO:No ensaio “Breves observações sobre o sentido e evolução do trágico” Bornheim (2007) salienta que estudar os antigos e modernos permite tentar compreender a essência da tragédia, uma vez que a comparação com os gregos possibilita aquilatar não apenas o sentido da evolução do trágico no teatro ocidental, mas também medir o que permanece constante e o que difere desse constante. À vista disso, esta pesquisa tem por objetivo analisar os rastros do trágico em duas reescrituras brasileiras da tragédia Antígona (c. 442 a. C), de Sófocles; a saber: as três versões Pedreira das Almas, de Jorge Andrade, respectivamente publicadas em 1958, 1960 e 1970, e O Caldeirão de Santa Cruz do Deserto e Outras Poéticas do Amor (2017), de Ângela Linhares. Para tal objetivo, optou-se por uma leitura do trágico enquanto categoria, dimensão ou reflexão ontológica, sobretudo a desenvolvida por Friedrich Wilhelm Joseph von Schelling na décima das Cartas Filosóficas Sobre o Dogmatismo e Criticismo e na Filosofia da Arte. As peças que compõem o corpus desta pesquisa trazem a personagem Antígona para o primeiro plano, apresentando-a como uma figura de resistência política contra a opressão social em períodos de ruptura histórica, o que pode ser atestado a partir do contexto no qual a ação dramática transcorre: Pedreira das Almas está ambientada durante a Revolta Liberal de 1842 e O Caldeirão de Santa Cruz de Deserto e Outras Poéticas do Amor apresenta fortes imbricações com o massacre ocorrido no Caldeirão de Santa Cruz do Deserto, na região do Cariri cearense, no final da década de 1930. Ambas as obras selecionadas integram o “Catálogo dos nossos mortos: rastros de Antígona no Brasil (1914-2019)”, elaborado entre os anos 2017 e 2019, que reúne ainda quarenta e seis versões brasileiras da história da filha de Édipo, nas mais diferentes manifestações artísticas. Para tecer um diálogo entre a tragédia grega, a tragédia moderna e o trágico, dentre o aporte teórico, utilizou-se os seguintes autores: Albert Camus (1970); Albin Lesky (2015); Alvaro Lins (1964) Aristóteles (2015); Bertolt Brecht (2005); Friedrich Wilhelm Joseph von Schelling (2010); Georg Wilhelm Friedrich Hegel (2014); Gerd Bornheim (2007); Gilson Motta (2011); Jacqueline de Romilly (2013); Jean-Pierre Sarrazac (2017); Jean-Pierre Vernant (2014); Patrice Pavis (2015); Peter Szondi (2011), Tiphaine Samoyault (2008).

MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição – ANGELA MARIA BESSA LINHARES – UFC
Externo à Instituição – FRANCIMARA NOGUEIRA TEIXEIRA – IFCE
Externo ao Programa – 1165707 – FRANCISCO REGIS LOPES RAMOS
Interno – JOSEANE MARA PREZOTTO – UFC
Presidente – 1165715 – ORLANDO LUIZ DE ARAUJO

JULHO

♦♦♦ Reflexo invertido: a tradução do conto “Memento Mori” para o cinema
Discente: TAYNAN LEITE DA SILVA
Data: 11/07/2019
Hora: 14:00
Local: Sala de Defesa Capitu – Programa de Pós-Graduação em Letras
Banca Examinadora:
Prof. Dr. Yuri Brunello (orientador-UFC)
Prof. Dr. Marcelo Magalhães Leitão (Examinador externo-UFC)
Prof. Dr. José Leite de Oliveira Junior (Examinador interno-UFC)

JUNHO

♦♦♦ O catecismo erótico de Drummond
Discente: MARCUS VINÍCIUS MACIEL MATOS
Data: 28/06/2019
Hora: 15:00
Local: Sala de Defesa Capitu – Programa de Pós-Graduação em Letras
Banca Examinadora:
Prof. Dr. Claudicélio Rodrigues da Silva (orientador-UFC)
Prof. Dr. Ulisses Infante (Examinador externo-UFSCar)
Profa. Dra. Fernanda Maria Abreu Coutinho (Examinadora interna-UFC)

♦♦♦ Ruínas de uma casa assassinada: a poética do Mal de Lúcio Cardoso
Discente: ROMILDO BIAR MONTEIRO
Data: 27/06/2019
Hora: 15:00
Local: Sala de Defesa Capitu – Programa de Pós-Graduação em Letras
Banca Examinadora:
Prof. Dr. Claudicélio Rodrigues da Silva (orientador-UFC)
Prof. Dr. Ulisses Infante (Examinador externo-UFSCar)
Profa. Dra. Ana Márcia Alves Siqueira (Examinadora interna-UFC)

2018

DEZEMBRO

♦♦♦ Corpo de conto: anatomia provisória de Tércia Montenegro
Discente: LÚCIO FLÁVIO GONDIM DA SILVA
Data: 11/12/2018
Hora: 15:00
Local: Sala de Defesa Capitu – Programa de Pós-Graduação em Letras
Banca Examinadora:
Prof. Dr. Claudicélio Rodrigues da Silva (orientador-UFC)
Profa. Dra. Anélia Montechiari Pietrani (Examinadora externa-UFRJ)
Profa. Dra. Luana Antunes Costa (Examinadora externa-UNILAB)

OUTUBRO

♦♦♦ A linguagem poética na tradução da Eneida de Carlos Alberto Nunes: um estudo na perspectiva da teoria tradutória de Haroldo de Campos
Discente: FRANCISCA TÂNIA ALMEIDA COLARES
Data: 29/10/2018
Hora: 09:00
Local: Sala 03 (Diadorim) – Programa de Pós-Graduação em Letras
Banca Examinadora:
Prof. Dr. Tito Lívio Cruz Romão (orientador-UFC)
Prof. Dr. Francisco Edi de Oliveira Sousa (Coorientador-UFC)
Prof. Dr. Liebert de Abreu Muniz (Examinador externo-UFERSA)
Prof. Dr. Orlando Luiz de Araújo (Examinador interno-UFC)

♦♦♦ As manifestações do demoníaco em Lavoura arcaica
Discente: FRANCISCA YORRANNA DA SILVA
Data: 24/10/2018
Hora: 09:00
Local: Sala de Defesa Capitu – Programa de Pós-Graduação em Letras
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Elizabeth Dias Martins (orientadora-UFC)
Profa. Dra. Sara Maria Forte Diogo (Examinadora externa-UECE)
Prof. Dr. Tito Barros Leal de Pontes Medeiros (Examinador externo-UVA)

SETEMBRO

♦♦♦ Instrução feminina na prosa regionalista (1914 – 1929) de Afrânio Peixoto
Discente: JOAO PAULO MELO FERNANDES
Data: 24/09/2018
Hora: 14:00
Local: Sala 03 (Diadorim) – Programa de Pós-Graduação em Letras
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Denise Rocha (orientadora-UFC)
Profa. Dra. Claudia Ramos Carioca (Examinadora externa-UNILAB)
Prof. Dr. José Leite de Oliveira Junior (Examinador interno-UFC)
Prof. Dr. Orlando Luiz de Araújo (Examinador interno-UFC)

AGOSTO

♦♦♦ A céu aberto de João Gilberto Noll: uma leitura rizomática
Discente: LAILA RAYSSA DE OLIVEIRA COSTA
Data: 30/08/2018
Hora: 16:00
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Martine Suzanne Kunz (orientadora-UFC)
Prof. Dr. Douglas Carlos de Paula Moreira (Examinador externo-UECE)
Prof. Dr. Cid Ottoni Bylaardt (Examinador interno-UFC)

♦♦♦ Jáder de Carvalho: roteiro incerto para uma biografia
Discente: SÁVIO ALENCAR DE LIMA LOPES
Data: 30/08/2018
Hora: 09:30
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Fernanda Maria Abreu Coutinho (orientadora-UFC)
Profa. Dra. Sarah Diva da Silva Ipiranga (Examinadora externa-UECE)
Prof. Dr. Atílio Bergamini Junior (Examinador interno-UFC)

Uma leitura de Los ríos profundos, de José María Arguedas, a partir da heterogeneidade e da melancolia no narrador
Discente: ELAYNE CASTRO CORREIA
Data: 29/08/2018
Hora: 14:00
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Roseli Barros Cunha (orientadora-UFC)
Profa. Dra. Lígia Karina Martins de Andrade (Examinadora externa-UNILA)
Prof. Dr. Francisco Edi de Oliveira Sousa (Examinador interno-UFC)

A escritura de Clarice Lispector: entre lugares e diálogos
Discente: EDÍLSON DA SILVA PEREIRA
Data: 28/08/2018
Hora: 09:00
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Odalice de Castro Silva (orientadora-UFC)
Profa. Dra. Terezinha Marta de Paula Peres (Examinadora externa-IMPARH)
Prof. Dr. Carlos Alberto de Souza (Examinador externo-UFC)

A ira na Hecyra de Terêncio
Discente: STEFANIE CAVALCANTI DE LIMA SILVA
Data: 27/08/2018
Hora: 14:30
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Prof. Dr. Francisco Edi de Oliveira Sousa (orientador-UFC)
Prof. Dr. José Eduardo dos Santos Lohner (Examinador externo-USP)
Profa. Dra. Ana Maria César Pompeu (Examinadora interna-UFC)

♦♦♦ Do imaginário às narrativas: o realismo maravilhoso em Gabriel García Márquez e Murilo Rubião
Discente: ALISSON RIBEIRO DOS SANTOS
Data: 27/08/2018
Hora: 10:30
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Ana Márcia Alves Siqueira (orientadora-UFC)
Profa. Dra. Roseli Barros Cunha (coorientadora-UFC)
Prof. Dr. Wellington Ricardo Fioruci  (Examinador externo-UTFPR)
Profa. Dra. Socorro Edite Oliveira Acioli Martins  (Examinadora externa-UFC)

Poesia-Tradução à beira do silêncio: Tradução integral da obra poética de Alejandra Pizarnik
Discente: ELLEN CRISTINA NASCIMENTO LOPES (Nina Rizzi)
Data: 24/08/2018
Hora: 14:30
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Prof. Dr. Cid Ottoni Bylaardt (orientador-UFC)
Prof. Dr. Saulo Lemos de Araújo (Examinador externo-UECE)
Prof. Dr. Yuri Brunello (Examinador interno-UFC)

O pictórico em O ano de 1993, de José Saramago: um diálogo interdiscursivo com os manifestos surrealistas, de André Breton
Discente: FERNÂNGELA DINIZ DA SILVA
Data: 20/08/2018
Hora: 09:00
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Prof. Dr. José Leite de Oliveira Junior  (orientador-UFC)
Profa. Dra. Otavio Marques de Faria  (Examinadora externa-UNILAB)
Prof. Dr. Yuri Brunello (Examinador interno-UFC)

O problema e a tensão: formas de ausência em O beijo não vem da boca e A rainha dos cárceres da Grécia
Discente: BÁRBARA COSTA RIBEIRO
Data: 10/08/2018
Hora: 15:00
Local: Sala 03 (Diadorim) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Prof. Dr. Marcelo Almeida Peloggio (orientador-UFC)
Prof. Dr. Ulisses Infante (Examinador externo-UNESP)
Prof. Dr. Cid Ottoni Bylaardt (Examinador interno-UFC)

JUNHO

♦♦♦ Às margens da tradição: Pierre Menard e o dilema da autonomia do escritor latino-americano
Discente: MATHEUS SILVA VIEIRA
Data: 26/06/2018
Hora:
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Roseli Barros Cunha (orientadora-UFC)
Profa. Dra. Isis Milreu (Examinadora externa-UFCG)
Prof. Dr. Yuri Brunello (Examinador interno-UFC)

♦♦♦ José de Alencar ao correr da pena: da cronica ao romance (1854-1857)
Discente: RENATO BARROS DE CASTRO
Data: 22/06/2018
Hora: 14:00
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Denise Rocha (orientadora-UFC)
Prof. Dr. Francisco Vítor Macedo Pereira (Examinador externo-UNILAB)
Profa. Dra. Fernanda Maria Abreu Coutinho (Examinadora interna-UFC)
Prof. Dr. José Leite de Oliveira Junior (Examinador interno-UFC)

MAIO

♦♦♦ Um olhar semiótico sobre a infância em O Olho de Vidro do Meu Avô e outras obras de Bartolomeu Campos de Queirós: o discurso autobiográfico em questão
Discente: MARIA EFIGÊNIA ALVES MOREIRA
Data: 24/05/2018
Hora: 14:30
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Prof. Dr. José Leite de Oliveira Junior (orientador-UFC)
Prof. Dr. Manoel Freire Rodrigues (Examinador externo-UERN)
Profa. Dra. Tércia Montenegro Lemos (Examinadora externa-UFC)

♦♦♦ Ruínas do sertão e dos sertanejos: identidades possíveis em Faca, de Ronaldo Correia de Brito
Discente: ALESSANDRA ZELINDA SOUSA BESSA
Data: 02/05/2018
Hora: 10:00
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Prof. Dr. Yuri Brunello (orientador-UFC)
Profa. Dra. Fernanda Suely Muller (Examinadora externa-UFC)
Profa. Dra. Fernanda Maria Abreu Coutinho (Examinadora interna-UFC)

ABRIL

♦♦♦ Uma leitura sobre a construção do personagem mendigo em três contos brasileiros contemporâneos
Discente: LAURA LUCÍA CAREAGA QUIROGA
Data: 27/04/2018
Hora: 14:00
Local: Sala 03 (Diadorim) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Roseli Barros Cunha (orientadora-UFC)
Profa. Dra. Adelaide Maria Gonçalves Pereira (Examinadora externa-UFC)
Profa. Dra. Ana Maria César Pompeu (Examinadora interna-UFC)

FEVEREIRO

♦♦♦ Manual de estilo e criado literária com a artesã Lygia Bojunga
Discente: VANESSA PAULINO VENANCIO PASSOS
Data: 08/02/2018
Hora: 15:00
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Odalice de Castro Silva (orientadora-UFC)
Profa. Dra. Denise Noronha Lima (Examinadora externa-UECE)
Profa. Dra. Terezinha Marta de Paula Peres (Examinadora externa-SME/CE)

2017

NOVEMBRO

♦♦♦ Representações da violência em Água (1935), de José Maria Arguedas
Discente: RAFAEL EVARISTO FAUSTINO
Data: 29/11/2017
Hora:
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Roseli Barros Cunha (orientadora-UFC)
Profa. Dra. Monalisa Valente Ferreira (Examinadora externa-UNILAB)
Prof. Dr. Carlos Augusto Viana da Silva (Examinador interno-UFC)

♦♦♦ O falogocentrismo em xeque: um diálogo gendrado de obras de Ana Eurídice Eufrosina de Barandas, Nísia Floresta e Clarice Lispector
Discente: SAYONARA BESSA CIDRACK
Data: 28/11/2017
Hora:
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Edilene Ribeiro Batista (orientadora-UFC)
Profa. Dra. Gildênia Moura de Araújo Almeida (Examinadora externa-SEDUC)
Prof. Dr. Stelio Torquato Lima (Examinador externo-UFC)

♦♦♦ A fragmentação identitária na construção da personagem feminina em Travesuras de la Niña Mala de Mario Vargas Llosa
Discente: LIZIANE KARINA MENEZES DA SILVA
Data: 22/11/2017
Hora:
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Roseli Barros Cunha (orientadora-UFC)
Prof. Dr. Marcos Piason Natali Almeida (Examinador externo-USP)
Profa. Dra. Ana Márcia Alves Siqueira (Examinadora interna-UFC)

AGOSTO

♦♦♦ De King’s Landing a Winterfell: a luta pelo poder como estratégia de construção narrativa em Guerra dos Tronos
Discente: ANA KARINE DE SOUSA DANTAS
Data: 29/08/2017
Hora:
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Prof. Dr. Carlos Augusto Viana da Silva (orientador-UFC)
Prof. Dr. Charles Albuquerque Ponte (Examinador externo-UERN)
Profa. Dra. Dolores Aronovich Aguero (Examinadora externa-UFC)

♦♦♦ A humanidade pelo ralo: relações sociais enquanto montagens perversas em O Cheiro do Ralo de Lourenço Mutarelli e Heitor Dhalia
Discente: JIVAGO OLIVEIRA DA FONSECA
Data: 28/08/2017
Hora:
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Prof. Dr. Carlos Augusto Viana da Silva (orientador-UFC)
Prof. Dr. Charles Albuquerque Ponte (Examinador externo-UERN)
Profa. Dra. Fernanda Maria Abreu Coutinho (Examinadora interna-UFC)

♦♦♦ Pixação: a poética do não-lugar
Discente: NATALY PINHO CHAVES
Data: 25/08/2017
Hora:
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Martine Suzanne Kunz (orientadora-UFC)
Profa. Dra. Márcia Maria Valle Arbex (Examinadora externa-UFMG)
Prof. Dr. Cid Ottoni Bylaardt (Examinador interno-UFC)

♦♦♦ Amar: partir – corpo e encontro amoroso na obra de Marguerite Duras
Discente: SARA SÍNTIQUE CÂNDIDO DA SILVA
Data: 24/08/2017
Hora:
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Martine Suzanne Kunz (orientadora-UFC)
Prof. Dr. Fernando de Mendonça (Examinador externo-UFS)
Prof. Dr. Cid Ottoni Bylaardt (Examinador interno-UFC)

♦♦♦ Um gole para Dioniso: sexo e subversão em Tesmoforiantes de Aristófanes
Discente: ELVIS FREIRE DA SILVA
Data: 24/08/2017
Hora:
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra.Ana Maria César Pompeu (orientadora-UFC)
Prof. Dr. Édson Reis Meira (Examinador externo-UFMA)
Prof. Dr. Francisco Edi de Oliveira Sousa (Examinador interno-UFC)

♦♦♦ Lisístrata: estudo e adaptatradução para o teatro de bonecos
Discente: DANIELLE MOTTA ARAUJO
Data: 23/08/2017
Hora:
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra.Ana Maria César Pompeu (orientadora-UFC)
Prof. Dr. Édson Reis Meira (Examinador externo-UFMA)
Profa. Dra. Silvia Márcia Alves Siqueira (Examinadora externa-UECE)
Prof. Dr. Gilson Brandão Costa (Examinador externo-UFC)

♦♦♦ As crônicas da infância na série Para Gostar de Ler: uma perspectiva semiótica
Discente: NAIANA IRIS TEIXEIRA FARIAS
Data: 18/08/2017
Hora:
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Prof. Dr.José Leite de Oliveira Junior (orientador-UFC)
Profa. Dra. Otávia Marques de Farias (Examinadora externa-UNILAB)
Prof. Dr. Marcelo Magalhães Leitão (Examinador externo-UFC)

♦♦♦ Literatura e desvendamento: uma leitura de Avalovara, de Osman Lins
Discente: RAIMUNDO FÁBIO GOMES CARNEIRO
Data: 18/08/2017
Hora:
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra.Roseli Barros Cunha (orientadora-UFC)
Prof. Dr. Georg Otte (Examinador externo-UFMG)
Profa. Dra. Irenísia Torres de Oliveira (Examinadora externa-UFC)

♦♦♦ Telha devido: semiótica da luz na tradução de O Quinze, de Rachel de Queiroz, às telas e a outras páginas
Discente: MARILIA RIBEIRO LOVATEL
Data: 18/08/2017
Hora:
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Prof. Dr. José Leite de Oliveira Junior (orientador-UFC)
Prof. Dr. Flávio de Araújo Queiroz (Examinador externo-UECE)
Profa. Dra. Denise Rocha (Examinadora interna-UFC)

♦♦♦ Ficção e crítica literária na obra de Henry Miller
Discente: RAQUEL CATUNDA PEREIRA
Data: 11/08/2017
Hora:
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Prof. Dr. Marcelo Almeida Peloggio (orientador-UFC)
Prof. Dr. Douglas Carlos de Paula Moreira (Examinador externo-UECE)
Profa. Dra. Odalice de Castro Silva (Examinadora interna-UFC)

JULHO

♦♦♦ Do outro lado, na dobra da esquina, o menino fica voando: infância e violência nos contos de Marcelino Freire
Discente: LIDIANA DE OLIVEIRA BARROS
Data: 12/07/2017
Hora:
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Fernanda Maria Abreu Coutinho (orientadora-UFC)
Profa. Dra. Sarah Maria Forte Diogo (Examinadora externa-UECE)
Prof. Dr. Carlos Augusto Viana da Silva (Examinador interno-UFC)

♦♦♦ O escritor numa casca de noz: Lima Barreto e Osman Lins nas trincheiras do campo literário
Discente: BRUNA FONTENELE NUNES
Data: 10/07/2017
Hora:
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Odalice de Castro Silva (orientadora-UFC)
Prof. Dr. Marcos Vinícius Medeiros da Silva (Examinador externo-UERN)
Profa. Dra. Rosiane de Sousa Mariano Aguiar (Examinadora externo-UAB/UECE)

JUNHO

♦♦♦ O humano e sua voz: um diálogo comparativo entre Mrs. Dalloway de Virgínia Woolf e Rei Lear de William Shakespeare
Discente: JOSENILDO FERREIRA TEÓFILO DA SILVA
Data: 28/06/2017
Hora:
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Odalice de Castro Silva (orientadora-UFC)
Profa. Dra. Terezinha Marta de Paula Peres (Examinadora externa-SME/CE)
Profa. Dra. Rosiane de Sousa Mariano Aguiar (Examinadora externo-UAB/UECE)