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Defesas de Teses

2020

FEVEREIRO

♦♦♦DISCENTE:

BENEDITO TEIXEIRA DE SOUSA

DATA: 28/02/2020

HORA: 14:00

LOCAL: Sala de Defesa (Capitu)

TÍTULO:

Crianças no confessionário: infância, homoafetividade e culpa na literatura infantil brasileira

PALAVRAS-CHAVES:

Literatura infantil. Infância. Homoafetividade. Culpa. Inclusão.

PÁGINAS: 226

GRANDE ÁREA: Linguística, Letras e Artes

ÁREA: Letras

SUBÁREA: Literatura Comparada

RESUMO:

Pudemos constatar durante a pesquisa realizada que a literatura infantil inclusiva, com foco na temática da homoafetividade, já é uma realidade na ficção brasileira para crianças pelo menos desde as últimas décadas do século XX. Nesta tese, procuramos mostrar como os enredos tratam as personagens infantis e seus pares, em geral familiares e amigos, inseridos em contextos que, de alguma forma, trazem à tona questões relacionadas, direta ou indiretamente, às vivências homoafetivas. Partimos do pressuposto de que essa literatura nascente é muito bem-vinda do ponto de vista da formação de indivíduos futuramente mais inclusivos e abertos às diferenças. Focamos nossa análise de 14 narrativas, publicadas entre 1983 e 2018, nos seguintes conceitos, embasados teoricamente e sempre relacionando-os à perspectiva da ficção infantil inclusiva: culpa/pecado, homoafetividade, infância e literatura infantil.

MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição – AILA MARIA LEITE SAMPAIO – UNIFOR
Interno – 1629707 – ANA MARCIA ALVES SIQUEIRA
Presidente – 1166163 – FERNANDA MARIA ABREU COUTINHO
Externo à Instituição – JO A-MI (JOELMA RODRIGUES DA SILVA) – UNILAB
Externo à Instituição – MARLÚCIA NOGUEIRA DO NASCIMENTO – SEDUC

♦♦♦DISCENTE: SORAYA RODRIGUES MADEIRO

DATA: 28/02/2020

HORA: 09:00

LOCAL: Sala de Defesa (Capitu)

TÍTULO:

Campos de Carvalho e o diálogo no abismo: uma leitura a partir de Maurice Blanchot

PALAVRAS-CHAVES:

Campos de Carvalho. Maurice Blanchot. Surrealismo. Silêncio. Experiência-limite.

PÁGINAS: 101

GRANDE ÁREA: Linguística, Letras e Artes

ÁREA: Letras

SUBÁREA: Literatura Comparada

RESUMO:

A escrita de Campos de Carvalho — ou a escritura, em termos blanchotianos —, embora ainda pouco disseminada, seja nos círculos de leitura ou no meio acadêmico, suscita um universo de questões como se realizada agora, ainda que sua obra date de pouco mais de 60 anos. Não apenas as perguntas sem respostas, mas a maneira de narrar fragmentada, o diálogo entre razão e desrazão, o entrecruzamento com o Surrealismo, os diários desmemoriosos e toda a potência — no sentido explorado tanto por Giorgio Agamben quanto por Maurice Blanchot — que emanam de sua obra acendem as discussões que aqui sugestionamos acerca de errância, fragmentação do eu, da interpretação de alétheia segundo Heidegger, do tempo sem passado e sem presença, da dubiedade do phármakon de que fala Jacques Derrida, da noção não dialética entre estados sempre colocados em oposição, como verdade e mentira. Exploraremos esses pensamentos a fim de aproximá-los e chegarmos a um entendimento de contemporaneidade — termo que absorvemos fora dos parâmetros cronológicos — na literatura pelo viés de Campos de Carvalho e Maurice Blanchot.

MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição – ANA PAULA LUNA SALES – UNICAMP
Presidente – 1547245 – CID OTTONI BYLAARDT
Externo ao Programa – 3362054 – GLEYDA LUCIA CORDEIRO COSTA ARAGAO
Externo à Instituição – JOAO LUIZ TEIXEIRA DE BRITO – NENHUMA
Externo à Instituição – MARCIA DE MESQUITA ARAUJO – SEDUC

♦♦♦DISCENTE: SANDRA MARA ALVES DA SILVA

DATA: 27/02/2020

HORA: 10:30

LOCAL: Sala de Defesa (Capitu)

TÍTULO:

Mito e história: o diálogo entre passado e futuro na constituição de identidade nacional em Iracema e Macunaíma

PALAVRAS-CHAVES:

Iracema. Macunaíma. Mito. Passado Nacional Coletivo.

PÁGINAS: 144

GRANDE ÁREA: Linguística, Letras e Artes

ÁREA: Letras

SUBÁREA: Literatura Comparada

RESUMO:

O presente estudo centra-se nas obras Iracema (1865), de José de Alencar, e Macunaíma (1928), de Mário de Andrade. Pretende-se uma análise da construção da identidade nacional, mediante a discussão sobre formulação de um passado coletivo para o brasileiro nestas narrativas. Entendemos que cada obra é única e seu processo de composição lhe é particular, porém também reconhecemos aspectos semelhantes, conforme as diretrizes da Literatura Comparada, daí a observância da Composição Mitológica do Brasileiro tanto em um quanto em outro romance. Entendemos que os autores em destaque, por meio de suas respectivas obras, construíram um passado mítico comum a toda nação brasileira, capaz de instigar o sentimento de pertencimento e compartilhamento de uma origem comum, construindo, assim, uma ideia de identidade nacional e oferecendo, portanto, a todos os brasileiros o sentimento de integração de algo maior, uma irmandade fundamentada no passado coletivo mítico nacional. Antes da análise propriamente dita das obras, vamos buscar discutir os principais conceitos que embasam e fundamentam nossa discussão, são eles: Cultura, Identidade, Mito e Identidade Coletiva. Tais conceitos serão desenvolvidos ao longo do primeiro capítulo e as conclusões acerca dessa discussão voltarão de forma diluída na análise das obras. Nos capítulos dois e três partiremos para a observância da Composição Mitológica do Brasileiro em Iracema e Macunaíma. Entendemos que os dois romances formulam uma mitologia para a origem de nosso povo, sustentada fundamentalmente nas relações indivíduo x natureza e tempo histórico x tempo mítico. A partir dessas relações, acreditamos que cada autor constrói uma narrativa mítica única, capaz de explicar de forma “irreal”, apartada de conceitos científicos, a origem do brasileiro e de suas tradições culturais. Essa origem apresentada nas obras, pela força da literatura, é capaz de tocar nosso povo, que passa a reconhecer em Iracema e Macunaíma seus ancestrais; e essa ancestralidade mítica comum a todos os brasileiros é a grande responsável pela construção da nossa identidade coletiva nacional.

MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição – ARLENE FERNANDES VASCONCELOS – UFC
Interno – 2043570 – CLAUDICELIO RODRIGUES DA SILVA
Externo à Instituição – HARLON HOMEM DE LACERDA SOUSA – UESPI
Presidente – 1355238 – MARCELO ALMEIDA PELOGGIO
Interno – 1765302 – ROSELI BARROS CUNHA

♦♦♦DISCENTE: CARLOS ROBERTO NOGUEIRA DE VASCONCELOS

DATA: 27/02/2020

HORA: 09:30

LOCAL: Sala 03 (Diadorim)

TÍTULO:

Expatriados da Infância ou da Viagem em Busca do Pai e do Menino: novas telemaquias nos romances Pedro Páramo, de Juan Rulfo, e O primeiro homem, de Albert Camus

PALAVRAS-CHAVES:Telemaquia. Infância. Pai. Memória. Viagem.

PÁGINAS: 160

GRANDE ÁREA: Linguística, Letras e Artes

ÁREA: Letras

SUBÁREA: Literatura Comparada

RESUMO:Com a Odisseia (séc. VIII a. C.), atribuída ao poeta Homero, institui-se na Literatura o topos correspondente ao arquétipo da “procura do Pai”. Essa procura pode ser interpretada como a busca primordial por uma ancestralidade que se supõe perdida e que influencia diretamente o estabelecimento das identidades múltiplas, porém essenciais e fundantes da persona. Telêmaco, filho de Ulisses, é o primeiro representante desse topos na literatura e deu origem ao que se convencionou chamar “telemaquia” (combate à distância). Toda viagem em busca do pai se reverte num périplo em torno de si mesmo, isto é, do menino que ficou retido nos labirintos da memória. Ao mesmo tempo em que a viagem se configura como deslocamento físico-espacial, constitui-se sobretudo em jornada interior, movimento retroativo pleno de sentido para quem a empreende, no anseio de reconquistar a pátria-infância usurpada, negada ou violada. Buscar a infância, interpretá-la e narrá-la configura-se, por si só, numa viagem memorialística que resultará em catarse ou punição, redenção ou pena. Para esta análise, utilizaremos como corpus, à luz do comparatismo, duas narrativas do nosso tempo: Pedro Páramo (1955), de Juan Rulfo, e O primeiro homem (1994), de Albert Camus. A Odisseia, de Homero, intercalará este estudo por se constituir fonte de referência primária. A partir dessa concepção, avaliamos como indispensável o aporte da dialética memória/identidade, ou “memória identitária”, expressão utilizada por Joël Candau. Para esse estudioso, a memória nos dá a ilusão de que o passado não está definitivamente inacessível e pode ser usado como instrumento de restauro do presente. (2012, p. 15). Já os autores escolhidos propõem, nas obras analisadas, a ligação com suas raízes étnicas e culturais e com o telúrico, reiterando com isso forte sentimento de pertença, mas sem abdicar em suas narrativas do viés humanitário e universal. Essa condição justifica a inclusão do aporte teórico que trata da “memória identitária”. O emprego da expressão “expatriados da infância”, no título do trabalho, faz lembrar que o vocábulo “pátria” é oriundo do latim patria e significa “terra do pai”. Compreendemos ser a infância a fase fundadora da individualidade, a pátria do ser, a etapa em que se desenvolve o pensamento, a fala e na qual surgem os primeiros impulsos para a essencialidade da existência.

MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição – ALAN BEZERRA TORRES – IFCE
Presidente – 1166163 – FERNANDA MARIA ABREU COUTINHO
Interno – 1165715 – ORLANDO LUIZ DE ARAUJO
Externo à Instituição – RAIMUNDO OSWALD CAVALCANTE BARROSO – UECE
Interno – 1728435 – STELIO TORQUATO LIMA

♦♦♦DISCENTE: KEYLA FREIRES DA SILVA

DATA: 21/02/2020

HORA: 15:00

LOCAL: Sala de Defesa (Capitu)

TÍTULO:

Quando a escrita desvaria: o fazer liberdade da escrita leminskiana

PALAVRAS-CHAVES:

Paulo Leminski. Fazer literário. Linguagem poética. Catatau. Escrita.

PÁGINAS: 123

GRANDE ÁREA: Linguística, Letras e Artes

ÁREA: Letras

SUBÁREA: Literatura Comparada

RESUMO:

Este trabalho tem como objetivo analisar o fazer literário na escrita de Paulo Leminski como temática recorrente tanto na poesia quanto na prosa. Para isso, pretendemos caracterizar a escrita literária do autor partindo do princípio de que aquilo que o poeta chama de liberdade de sua linguagem constitui a base de sua concepção de criação poética, além de ser o elemento que move todo o seu fazer artístico em vários aspectos. Sendo assim, torna-se primordial para nossa leitura da obra leminskiana considerar questões como a função da literatura atrelada à noção de “inutensílio”, além de demonstrar como os traços da escrita leminskiana contribuem para essa concepção de literatura. Nesse viés, estruturamos nosso estudo da seguinte maneira: Primeiro traçaremos o percurso biobibliográfico do autor; depois teceremos um breve panorama a respeito das questões teóricas a partir das ideias críticas do próprio Leminski sobre a literatura, como sua função e o belo na linguagem poética, culminando na noção leminskiana de arte como “inutensílio”, e síntese da linguagem como beleza e inovação poética. No capítulo seguinte, analisaremos os aspectos que compõem a escrita poética de Leminski, tais como, o fazer literário, a linguagem poética, a relação som e silêncio na poesia e a síntese poética do haicai; Finalmente, analisaremos a escrita-laboratório de Catatau (1975), bem como o fazer literário no romance-ideia, atentando para os traços peculiares da escrita de tal obra. Ao longo de todo o trabalho, relacionaremos nossas inquietações a respeito da escrita leminskiana às ideias de teóricos e filósofos como Maurice Blanchot, Gilles Deleuze, Jacques Derrida, dentre outros.

MEMBROS DA BANCA:
Interno – 1547245 – CID OTTONI BYLAARDT
Externo à Instituição – DOUGLAS CARLOS DE PAULA MOREIRA – UECE
Externo ao Programa – 1165707 – FRANCISCO REGIS LOPES RAMOS
Interno – 1355238 – MARCELO ALMEIDA PELOGGIO
Presidente – 289893 – MARTINE SUZANNE KUNZ

♦♦♦DISCENTE: CAROLINA DE AQUINO GOMES

DATA: 20/02/2020

HORA: 14:30

LOCAL: Sala de Defesa (Capitu)

TÍTULO:

Humor e morte: Aspectos do insólito em As intermitências da morte, de José Saramago

PALAVRAS-CHAVES:

Saramago. Morte. Humor. Fantástico. Linguagem.

PÁGINAS: 217

GRANDE ÁREA: Linguística, Letras e Artes

ÁREA: Letras

SUBÁREA: Literatura Comparada

RESUMO:

Este estudo intenciona compreender o trabalho com a linguagem literária em As intermitências da morte (2005), de José Saramago, observando aspectos relacionados à composição da temática insólita, assim como ao tratamento de um assunto tabu como a morte através do humor. Busca-se examinar de que maneira a linguagem transgressora do romance, caracterizada pela conexão entre o tema insólito e o discurso paródico, atua na reelaboração do pensamento sobre a morte. Esta pesquisa faz uso do método comparativo, por meio do diálogo com outras áreas do pensamento, como a história, a filosofia e a teoria literária, visto que o romance desenvolve um pensamento crítico a partir das reações do homem contemporâneo diante da morte. Saramago, através do uso de recursos da literatura fantástica, desconstrói o tabu da morte e, assim, fratura o real para revelar o próprio absurdo de que é constituído. Ao propor dois caminhos para sua leitura, seu romance empreende uma reflexão sobre a morte e também sobre o fazer literário, compreendendo-se que a recorrência ao fabuloso é responsável por ampliar o sentido da realidade. Portanto, a hipótese inicial se comprova a partir do momento em que se reconhece a maneira como a obra em estudo transcende a realidade pelo humor e pelo insólito, pois eles atuam de forma a extrapolar a ordem natural da existência, permitindo ao leitor uma reflexão sobre o tema da morte. O humor desconcertante presente no romance saramaguiano aponta para a necessidade de repensar as estruturas básicas do pensamento sobre a morte na contemporaneidade, investigar suas falhas e propor para ela uma nova significação. Nessa obra, o insólito e o humor são os instrumentos utilizados para estimular o desenvolvimento intelectual e ético do sujeito. As palavras de Saramago requerem ousadia para transcender o velho e encontrar um novo significado para a morte, a vida e a arte.

MEMBROS DA BANCA:
Presidente – 1629707 – ANA MARCIA ALVES SIQUEIRA
Interno – 80115 – JOSE LEITE DE OLIVEIRA JUNIOR
Interno – 289893 – MARTINE SUZANNE KUNZ
Externo à Instituição – FRANCISCO VICENTE DE PAULA JUNIOR – UVA
Externo à Instituição – SAYURI GRIGORIO MATSUOKA – UECE

♦♦♦DISCENTE: RAFAEL FERREIRA MONTEIRO

DATA: 20/02/2020

HORA: 09:00

LOCAL: Sala de Defesa (Capitu)

TÍTULO:

Tucídides e Aristófanes: a composição da Guerra do Peloponeso e seus protagonistas

PALAVRAS-CHAVES:

Tucídides. Guerra do Peloponeso. Grécia Clássica.

PÁGINAS: 120

GRANDE ÁREA: Linguística, Letras e Artes

ÁREA: Letras

SUBÁREA: Literatura Comparada

RESUMO:

O historiador grego Tucídides escreveu a Guerra do Peloponeso porque percebeu que esta guerra seria grande, a maior guerra já acontecida. Ela começou em 431 a.C. e foi até 404 a.C.: a disputa entre Atenas e Esparta pela hegemonia na Grécia. A obra marca uma transição de técnica narrativa: se, em Heródoto, considerado o pai da História, persiste ainda a fábula, em Tucídides há o rompimento com o mythos, ou seja, a narrativa se constrói em termos concretos, pesquisados e analisados previamente (logos). Esse afastamento, contudo, é aparente. Como relacioná-lo, então, com o mundo da literatura? Primeiro, é preciso considerar que a História enquanto gênero ainda não tinha seus parâmetros e características definidos, sendo naturais pequenas (ou não tão pequenas) inconsistências metodológicas; segundo, porque é necessário que se analise a figura do historiador a partir de outro viés. Segundo Hayden White (1994), o viés do modo como uma situação histórica é narrada depende da sutileza e da harmonia entre a estrutura do enredo e o conjunto dos acontecimentos, os quais formam, por meio desse processo, uma operação literária, criadora de ficção. Existem muitas interpretações possíveis, muitas intersecções com outros gêneros (tais como o épico, o trágico e o cômico), bem como com outras áreas do conhecimento (a filosofia, a política, a economia). Assim, o objetivo deste trabalho é justamente apontar tais características no texto de Tucídides, evidenciando o labor artístico do autor na construção de personagens históricos, tais como Péricles, Cléon, Brásidas, Alcibíades, Nícias (comandantes que foram contemporâneos ao próprio autor), que por sua vez são utilizados enquanto heróis participantes de um grande drama trágico: a queda definitiva de Atenas na Guerra do Peloponeso. Para esta pesquisa, além do texto de Tucídides como ponto de partida, busca-se apoio também nas obras de Aristófanes, Heródoto, Xenofonte e Plutarco. O processo de tradução dos textos originais em grego e a participação dos personagens citados foram utilizados como pontos de contato.

MEMBROS DA BANCA:
Presidente – 1166175 – ANA MARIA CESAR POMPEU
Interno – JOSEANE MARA PREZOTTO – UFC
Interno – 1165715 – ORLANDO LUIZ DE ARAUJO
Externo à Instituição – SILVIA MARCIA ALVES SIQUEIRA – UECE
Externo à Instituição – SOLANGE MARIA SOARES DE ALMEIDA – UFC

♦♦♦DISCENTE: DARIANA PAULA SILVA GADELHA

DATA: 19/02/2020

HORA: 18:00

LOCAL: Sala de Defesa (Capitu)

TÍTULO:A configuração do realismo no Brasil: uma possível reconceituação

PALAVRAS-CHAVES:Realismo. Machado de Assis. Aluísio Azevedo. Raul Pompeia. Contradições.

PÁGINAS: 141

GRANDE ÁREA: Linguística, Letras e Artes

ÁREA: Letras

SUBÁREA: Literatura Comparada

RESUMO:Surgido em solo brasileiro por volta de 1880, o realismo foi a estética literária que preconizava um reflexo das contradições sociais, uma descrição mais verista dos fatos humanos, um documento dos costumes da época. É o que se observa, por exemplo, no delineamento e na recepção desta corrente, a partir do estudo dos manuais de literatura brasileira, dos jornais, de artigos e prefácios publicados por autores da época. Contudo, pensar, apenas, que a elite intelectual brasileira, saturada de onirismos, de nacionalismos e de idealismos românticos, aproveitou o espírito positivista e cientificista que já estava em voga na Europa – com seus romances baseados na descrição minuciosa, em indivíduos tal e qual encontramos na sociedade e na extinção do happy end –, adotou todo esse projeto e o disseminou no Brasil, obtendo aceitação e êxito, seria, no mínimo, simplista e falho. Todavia, muitas vezes, esse é o entendimento que se tem, pois o que se verifica nos manuais é a contraposição de características entre as estéticas e o destaque para romances que são considerados marcos do início de uma nova corrente e os principais escritores, de modo geral. É o que percebemos em alguns materiais que consideram as obras Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, e O mulato, de Aluízio Azevedo, publicadas em 1881, como “inauguradoras” do realismo brasileiro. Assim, com o intuito de configurar uma nova visão, serão analisados os romances supracitados, bem como O Ateneu, de Raul Pompeia, a fim de, a partir do estudo das obras literárias, apresentarmos outra configuração de realismo no Brasil.

MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição – ARLENE FERNANDES VASCONCELOS – UFC
Interno – 2104495 – GERALDO AUGUSTO FERNANDES
Presidente – 1355238 – MARCELO ALMEIDA PELOGGIO
Externo à Instituição – MARILIA ANGELICA BRAGA DO NASCIMENTO – IFRN
Interno – 3885745 – YURI BRUNELLO

Notícia cadastrada em: 22/01/2020 09:04
SIGA

JANEIRO

♦♦♦DISCENTE: MARCIO HENRIQUE VIEIRA AMARO

DATA: 20/01/2020

HORA: 09:00

LOCAL: Sala de Defesas – PPGLetras

TÍTULO:

O RISO DA MUSA NO CAMPO DE BATALHA: AS MARCAS DA POÉTICA DE ARQUÍLOCO NA FORMAÇÃO DA PERSONA POÉTICA NA COMÉDIA ÁTICA

PALAVRAS-CHAVES:Poesia Iâmbica. Arquíloco. Comédia Antiga. Cratino. Aristófanes.

PÁGINAS: 163

GRANDE ÁREA: Linguística, Letras e Artes

ÁREA: Letras

SUBÁREA: Literatura Comparada

RESUMO:A poesia de Arquíloco de Paros obteve ampla difusão no mundo antigo. No Brasil, entretanto, os trabalhos mais relevantes sobre sua produção são ainda poucos e recentes. Sabemos que a tradição iambográfica na qual o poeta está inserido representa um importante elo na gênese do gênero dramático cômico, que reverberou fortemente na obra dos primeiros comediógrafos como Cratino, Êupolis e Aristófanes. O estudo da comédia antiga, por muito tempo, esteve restrito aos textos supérstites de Aristófanes, contudo a partir da publicação do trabalho The Rivals of Aristophanes (1996), deu-se início a um processo de revitalização do estudo da obra de seus contemporâneos que, apesar da forma extremamente fragmentária como chegou aos nossos dias, constitui um corpus seminal para uma compreensão do gênero cômico. As comédias supérstites de Aristófanes não podem, apesar de seu colorido e da diversidade de cenas do cotidiano de Atenas nelas descritas, ser lidas à margem da poesia que a precede ou que com ela polemiza; e, por isso, faz-se mister inseri-la tanto na cadeia iambográfica da qual é filha como do grupo de seus rivais. Dessa forma, acreditamos ser de extrema validade, uma releitura dos fragmentos de Arquíloco, identificando as marcas de sua linguagem para em seguida cotejá-la com alguns fragmentos dos comediógrafos da primeira geração. Optamos por realizar esse diálogo entre gêneros antigos partindo de Arquíloco de Paros, como representante da tradição iambográfica, passando por Cratino, um dos principais comediógrafos da primeira geração e finalizando com Aristófanes, seu grande rival e representante da transição entre a comédia antiga e a comédia média. Bucaremos verificar o processo de construção da persona poética arquiloquiana para ver no que incide e reverbera no gênero cômico. O instrumental analítico da pesquisa será tanto de ordem da crítica filológica quanto intertextual. Como referencial teórico nos utilizaremos da coletânea de Harvey e Wilkins, The Rival of Aristophanes: Studies in Athenian Old Comedy (1996), da pesquisa de Paula da Cunha Correa, contida na obra Armas e Varões: a Guerra na lírica de Arquíloco (1998), e dos trabalhos de Rostein, The idea of iambos (2010), Cratinus and the art of comedy (2010), de Emanuela Bakola e Aristophanes and the poetics competition (2011) de Zachary Biles.

MEMBROS DA BANCA:
Presidente – 1166175 – ANA MARIA CESAR POMPEU
Externo ao Programa – LAURO INÁCIO DE MOURA FILHO – IFCE
Externo à Instituição – LIEBERT DE ABREU MUNIZ – UFERSA
Externo à Instituição – PAULIANE TARGINO DA SILVA BRUNO – UECE
Externo ao Programa – 1166179 – ROBERTO ARRUDA DE OLIVEIRA

♦♦♦DISCENTE: ARIADINE MARIA LIMA NOGUEIRA

DATA: 15/01/2020

HORA: 08:00

LOCAL: Sala de Defesas – PPGLetras

TÍTULO:

Na corda bamba do cordel: representações e ressignificações do feminino na produção cordelística

PALAVRAS-CHAVES:

Literatura de cordel. Crítica literária feminista. Gênero.

PÁGINAS: 240

GRANDE ÁREA: Linguística, Letras e Artes

ÁREA: Letras

SUBÁREA: Literatura Comparada

RESUMO:

O objetivo geral desta tese é investigar como a mulher era representada na literatura de
cordel produzida no Brasil no século XX, especialmente no auge da produção
cordelística, e como isso ocorre na contemporaneidade, levando em conta as transformações históricas e socioculturais que modificaram as condições de produção
literária e a questão da autoria, e buscando identificar como os discursos elaborados por
esse instrumento reproduzem, fomentam e/ou se antagonizam às formas de repressão
longamente impostas à mulher pela tradição do patriarcado. A análise dos objetos dar-
se-á de modo qualitativo — excluindo-se, portanto, considerações quantitativas a
respeito da produção cordelística — e basicamente a partir de pressupostos crítico-
literários, históricos, filosóficos e sociológicos que permitam verificar que informações
substanciais sobre as questões de gênero, presentes nessas áreas de conhecimento,
podem ser destacadas. O corpus principal da pesquisa foi formado, além dos usados
para a fundamentação teórica (os quais proporcionarão, a priori, uma análise de viés
bibliográfico) por folhetos de cordel nos quais sejam latentes as relações de gênero:
levando-se em consideração os editados no auge da indústria cordelística, e os escritos
na contemporaneidade. Escolhemos, como autores e autoras de mais relevância para as
análises dos textos em cordel, nomes como Leandro Gomes de Barros e João Martins de
Athayde — representando a fase tradicional da produção cordelística; e Salete Maria da
Silva e Jarid Arraes para o trabalho com as questões contemporâneas que se inserem
nesse contexto. A esses nomes, somaram-se análises dos trabalhos de outros cordelistas
os quais se afinaram com as temáticas expostas. Concluiu-se que a forma de
representação da mulher no cordel na primeira metade do século XX e no decorrer das
décadas posteriores, até aproximadamente 1990, a mulher não deixou de ser
representada submetida a um discurso eivado de fortes contornos patriarcais e, portanto,
com fortes traços de misoginia. Embora seja verdade que as mulheres ainda continuem
a ser representadas de modo misógino por cordéis na contemporaneidade, percebeu-se
que isso, dentro do contexto geral do panorama cordelístico atual, acaba perdendo a
força graças, em especial, ao trabalho de inúmeras cordelistas mulheres com um
discurso diametralmente oposto a esse, considerando-se que o cordel vem sendo
utilizado também como instrumento para a reivindicação de diversas pautas feministas.
Pudemos observar, após todo o processo de pesquisa, que não somente a situação da
mulher se ressignificou, mas também o próprio cordel. São mudanças de público, de
suportes, uma quase ameaça de extinção, o ressurgimento: se antes havia um medo de
que a literatura de cordel sucumbisse às armadilhas do tempo e da mudança, hoje se
pode dizer: o cordel vive! Assim como a própria mulher, os folhetos, em simbiose com
esta, ressignificaram-se e continuam a resistir.

MEMBROS DA BANCA:
Interno – 1166175 – ANA MARIA CESAR POMPEU
Externo à Instituição – CARLOS JORGE DANTAS DE OLIVEIRA – FGF
Externo ao Programa – 1764715 – DOLORES ARONOVICH AGUERO
Interno – 2165290 – ELIZABETH DIAS MARTINS
Presidente – 1728435 – STELIO TORQUATO LIMA

2019

NOVEMBRO

♦♦♦DISCENTE: GLEYDA LUCIA CORDEIRO COSTA ARAGAO

DATA: 28/11/2019

HORA: 09:00

LOCAL: Sala Interarte

TÍTULO:

Do sertão ao asfalto, das páginas para as telas: identidade e representação das personagens nordestinas em Vidas secas e A hora da estrela

PALAVRAS-CHAVES:

Literatura Comparada. Literatura Brasileira. Cinema. Adaptação. Personagem.

PÁGINAS: 269

GRANDE ÁREA: Linguística, Letras e Artes

ÁREA: Letras

SUBÁREA: Literatura Comparada

RESUMO:

Esta pesquisa tem como objetivo principal analisar a construção das personagens nordestinas nas obras Vidas secas (1938), de Graciliano Ramos e A hora da estrela (1977), de Clarice Lispector, e suas respectivas adaptações para o cinema. Investigamos as estratégias usadas pelos diretores (Nelson Pereira dos Santos e Suzana Amaral) e suas equipes na apresentação das personagens Fabiano, Sinhá Vitória, Macabéa e Olímpico, focalizando sobretudo a constituição da identidade desses seres, assim como a representação do Nordeste nessas produções. Partimos da ideia de que historicamente esta região e seus habitantes são apresentados de forma estereotipada em diversas produções artísticas, o que contribui para uma imagem deturpada de ambos. Verificamos, portanto, que nas obras que constituem nosso corpus tanto os escritores quanto os cineastas apresentaram estas personagens em diferentes contextos (sertão e cidade grande). Detectamos ao longo deste trabalho que a pobreza, a vida precária e as dificuldades enfrentadas por estas personagens estão diretamente relacionadas a  fatores que ultrapassam a questão regional. A ligação da região Nordeste ao atraso e subdesenvolvimento estaria muito mais intimamente atrelada a fatores políticos do que climáticos. A qualidade precária de vida de Macabéa, personagem que vive em um grande centro urbano não difere muito da de Fabiano e sua família, que vive no campo, e é muito semelhante a de suas colegas de quarto que sempre viveram na capital. Deste modo, concluímos que em um contexto de exploração e injustiça, a questão regional não é fator decisivo para justificar as más condições sociais em que vivem essas personagens. Nelson Pereira dos Santos e Suzana Amaral construíram narrativas bem próximas às dos textos de partida, acrescentando elementos que corroboravam para o quadro apresentados pelos escritores. Uma vez que todos os elementos de denúncia social presentes nos textos permaneceram nos filmes, eles demonstraram que ainda que se tenha passado décadas entre a escrita dos livros e a realização dos filmes, certos aspectos retrógrados e pouco louváveis de nossas relações sociais ainda sobrevivem. Deste modo, fica evidente que atrasado, primitivo e retrógrado não é o Nordeste ou os nordestinos, mas as relações assimétricas de poder que se estabeleceram no país. No caso específico desta região, o fenômeno da seca apenas serve de pretexto para legitimar uma prática política recorrente de desmandos. Como aporte teórico, nos baseamos nos conceitos de adaptação de Hutcheon (2013), adaptação fílmica de Cattrysse (1992) e Stam (2006) e reescritura de Lefevere (1992). Ao abordarmos os conceitos de identidade e representação, utilizamos os escritos de Hall (2002, 2006), Bauman (2005, 2011), Albuquerque Jr. (2007, 2009). Para análise fílmica, contamos com as contribuições de Xavier (2001, 2003, 2005, 2012) e Bernadet (2007).

MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição – AILA MARIA LEITE SAMPAIO – UNIFOR
Presidente – 1664548 – CARLOS AUGUSTO VIANA DA SILVA
Externo ao Programa – 1764715 – DOLORES ARONOVICH AGUERO
Interno – 1166163 – FERNANDA MARIA ABREU COUTINHO
Externo ao Programa – 1803501 – SIMONE DOS SANTOS MACHADO NASCIMENTO

 

AGOSTO

♦♦♦DISCENTE: PAULIANE TARGINO DA SILVA BRUNO

DATA: 16/08/2019

HORA: 14:00

LOCAL: Sala de Defesa (Capitu)

TÍTULO:

A adivinhação na Pharsalia

PALAVRAS-CHAVES:

Épica Romana. Lucano. Pharsalia. Adivinhação.

PÁGINAS: 147

GRANDE ÁREA: Linguística, Letras e Artes

ÁREA: Letras

SUBÁREA: Literatura Comparada

RESUMO:

O presente estudo investiga a adivinhação na Pharsalia de Lucano. A adivinhação é uma prática religiosa muito antiga, que consiste sobretudo na busca pelo conhecimento de fatos passados, presentes ou futuros e permeia contextos religiosos, políticos, literários e filosóficos de uma época, de um local. Assim, considerando esses contextos, pretende-se confirmar a hipótese de que a adivinhação na Pharsalia exerça principalmente duas funções: a narrativa, ao contar a morte de Pompeu e a de César, e a reflexiva, ao abordar a meta-adivinhação, a filosofia e a política. No desenvolvimento dessa hipótese, em princípio se mostra a adivinhação considerando os contextos nos quais está inserida; depois se analisam as manifestações divinatórias presentes na Pharsalia. O estudo da adivinhação nesse poema está dividido em três pontos: a “adivinhação no livro 1”, “a adivinhação e os sonhos” e “a adivinhação e os oráculos”. Cada um dos pontos é examinado quanto à natureza dos processos divinatórios (apresentação, execução do rito e profecia), quanto à ligação estabelecida entre eles e quanto à relação deles com o poema. Por fim são discutidas as funções exercidas pela adivinhação na Pharsalia (narrativa e reflexiva). Desse modo, revela-se que Lucano usa a adivinhação como recurso narrativo e reflexivo; neste segundo caso, para debater em especial sua fundamentação e seus papeis sociais.

MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição – BEATRIZ CRISTINA DE PAOLI CORREIA – UFRJ
Presidente – 1303467 – FRANCISCO EDI DE OLIVEIRA SOUSA
Externo à Instituição – LIEBERT DE ABREU MUNIZ – UFERSA
Externo à Instituição – MARCELO VIEIRA FERNANDES – USP
Interno – 1165715 – ORLANDO LUIZ DE ARAUJO

 

MARÇO

♦♦♦ A impossível flor de Narciso: o fascínio da imagem em Um sopro de vida, de Clarice Lispector
Discente:
ÂNGELO BRUNO LUCAS DE OLIVEIRA
Data:
29/03/2019
Hora:
14:00
Local:
Sala de Defesa Capitu – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Prof. Dr. Cid Ottoni Bylaardt  (orientador-UFC)
Profa. Dra. Silvana Maria Pessoa de Oliveira (Examinadora externa-UFMG)
Profa. Dra. Margarida Pontes Timbó (Examinadora externa-FLF)
Prof. Dr. Saulo de Araújo Lemos (Examinador externo-UECE)
Prof. Dr. Maycon Araújo dos Santos (Examinador externo-UECE)

♦♦♦ Fiar, tramar, tecer: considerações sobre o silêncio e a voz das mulheres no mythos e em Aristófanes
Discente:
SOLANGE MARIA SOARES DE ALMEIDA
Data:
29/03/2019
Hora:
14:00
Local:
Sala Diadorim – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Ana Maria César Pompeu (orientadora-UFC)
Profa. Dra. Jeannette Filomeno Pouchain Ramos (Examinadora externa-UNILAB)
Profa. Dra. Sarah Diva da Silva Ipiranga (Examinadora externa-UECE)
Profa. Dra. Dolores Aronovich Aguero (Examinador externa-UFC)
Profa. Dra. Joseane Mara Prezotto (Examinadora interna-UFC)

♦♦♦ Henriqueta Lisboa e Maurice Blanchot: o ato criativo e sua estranha aproximação com a morte
Discente:
MÁRCIA DE MESQUITA ARAÚJO
Data:
29/03/2019
Hora:
09:00
Local:
Sala de Defesa Capitu – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Prof. Dr. Cid Ottoni Bylaardt (orientador-UFC)
Profa. Dra. Silvana Maria Pessoa de Oliveira (Examinadora externa-UFMG)
Prof. Dr. Saulo de Araújo Lemos (Examinador externo-UECE)
Prof. Dr. Douglas Carlos de Paula Moreira (Examinador externo-UECE)
Prof. Dr. Yuri Brunello (Examinador interno-UFC)

♦♦♦ Narrativas do caldeirão do beato José Lourenço em diálogo com a literatura de folhetos nordestina
Discente:
ANA CLÁUDIA VERAS SANTOS
Data:
28/03/2019
Hora:
14:00
Local:
Sala Emma Bovary – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Martine Suzanne Kunz (orientadora-UFC)
Prof. Dr. Francisco Gilmar Cavalcante de Carvalho (Examinador externo-UFC)
Profa. Dra. Andrea Borges Leão (Examinadora externa-UFC)
Profa. Dra. Kênia Sousa Rios (Examinadora externa-UFC)
Prof. Dr. José Leite de Oliveira Junior (Examinador interno-UFC)

♦♦♦ A(u)tos matutos de Ariano Suassuna e Aristófanes: -É possível? – Não sei. Só sei que foi assim!
Discente:
FRANCISCO JACSON MARTINS VIEIRA
Data:
28/03/2019
Hora:
14:00
Local:
Sala de Defesa Capitu – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Ana Maria César Pompeu (orientadora-UFC)
Prof. Dr. Lauro Inácio de Moura Filho (Examinador externo-IFCE)
Prof. Dr. Francisco Wellington Rodrigues Lima (Examinador externo-IFCE)
Profa. Dra. Maria Inês Pinheiro Cardoso (Examinadora externa-UFC)
Prof. Dr. Stélio Torquato Lima (Examinador interno-UFC)

♦♦♦ A escrita clownesca de Clarice Lispector: contestações do fazer literário
Discente:
FRANCISCA LICIANY RODRIGUES DE SOUSA
Data:
28/03/2019
Hora:
09:00
Local:
Sala de Defesa Capitu – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Prof. Dr. Cid Ottoni Bylaardt (orientador-UFC)
Profa. Dra. Sarah Diva da Silva Ipiranga (Examinadora externa-UECE)
Prof. Dr. Wescley Ribeiro da Cunha (Examinador externo-SME)
Profa. Dra. Ana Maria César Pompeu (Examinadora interna-UFC)
Prof. Dr. Yuri Brunello (Examinador interno-UFC)

JANEIRO

♦♦♦ Rodolfo Teófilo polemista: a crítica polêmica como estratégia de glorificação literária
Discente:
CHARLES RIBEIRO PINHEIRO
Data:
30/01/2019
Hora:
14:00
Local:
Sala Emma Bovary – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Odalice de Castro Silva (orientadora-UFC)
Prof. Dr. Marcos Vinícius Medeiros da Silva (Examinador externo-UERN)
Prof. Dr. Francisco Agileu de Lima Gadelha (Examinador externo-UECE)
Profa. Dra. Denise Noronha Lima (Examinadora externa-UECE)
Prof. Dr. Wesclei Ribeiro da Cunha (Examinador externo-SME)

2018

DEZEMBRO

♦♦♦ A representação da morte, do julgamento e da salvação no teatro medieval português de Gil Vicente e seus aspectos residuais no teatro contemporâneo brasileiro de Ariano Suassuna
Discente:
FRANCISCO WELLINGTON RODRIGUES LIMA
Data:
17/12/2018
Hora:
14:00
Local:
Sala de Defesa Capitu – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Elizabeth Dias Martins (orientadora-UFC)
Prof. Dr. Márcio Ricardo Coelho Muniz (Examinador externo-UFBA)
Prof. Dr. Francisco Roberto Silveira de Pontes Medeiros (Examinador externo-UFC)
Prof. Dr. Stélio Torquato Lima (Examinador interno-UFC)
Prof. Dr. Orlando Luiz de Araújo (Examinador interno-UFC)

♦♦♦ De paisagens e infâncias em Ondjaki ou uma poética dos anos 80
Discente:
MARLUCIA NOGUEIRA DO NASCIMENTO
Data:
10/12/2018
Hora:
14:00
Local:
Sala de Defesa Capitu – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Fernanda Maria Abreu Coutinho (orientadora-UFC)
Profa. Dra. Márcia Manir Miguel Feitosa (Examinadora externa-UFMA)
Profa. Dra. Sarah Maria Forte Diogo (Examinadora externa-UECE)
Prof. Dr. José Leite de Oliveira Junior (Examinador interno-UFC)
Prof. Dr. Atílio Bergamini Junior (Examinador interno-UFC)

OUTUBRO

♦♦♦ Espaço e personagem na ficção de Eça de Queirós e de Machado de Assis
Discente:
SAYURI GRIGORIO MATSUOKA
Data:
31/10/2018
Hora:
15:00
Local:
Sala de Defesa Capitu – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Ana Márcia Alves Siqueira (orientadora-UFC)
Prof. Dr. Carlos Antônio Alves dos Reis (Examinador externo-Universidade de Coimbra)
Prof. Dr. Antônio Augusto Nery (Examinador externo-UFPR)
Prof. Dr. Marcelo Almeida Peloggio (Examinador interno-UFC)
Prof. Dr. Francisco Edi de Oliveira Sousa (Examinador interno-UFC)

♦♦♦ O imaginário feminino no cordel de metamorfose
Discente: CASSIA ALVES DA SILVA
Data: 30/10/2018
Hora: 09:00
Local: Sala de Defesa Capitu – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Elizabeth Dias Martins (orientadora-UFC)
Prof. Dr. Francisco Roberto Silveira de Pontes Medeiros  (Examinador externo-UFC)
Profa. Dra. Mary Nascimento da Silva Leitão (Examinadora externa-UECE)
Profa. Dra. Silvana Bento Andrade (Examinadora externa-S/Instituição)
Prof. Dr. Stélio Torquato Lima (Examinador interno-UFC)

SETEMBRO

♦♦♦ Construção de identidade na produção residual de Raquel Naveira
Discente: MARY NASCIMENTO DA SILVA LEITÃO
Data: 18/09/2018
Hora: 14:30
Local: Sala Interarte – Casa de Cultura Alemã do Centro de Humanidades/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Elizabeth Dias Martins (orientadora-UFC)
Profa. Dra. Cássia Maria Bezerra do Nascimento (Examinadora externa-UFAM)
Profa. Dra. Régia Agostinho da Silva (Examinadora externa-UEMA)
Profa. Dra. Cintya Kelly Barroso Oliveira (Examinadora externa-S/Instituição)
Prof. Dr. Francisco Roberto Silveira de Pontes Medeiros (Examinador externo-UFC)

♦♦♦ As arquitetônicas sertanejas da ficção de João Guimarães Rosa
Discente: HARLON HOMEM DE LACERDA SOUSA
Data: 13/09/2018
Hora: 14:00
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Prof. Dr. Marcelo Almeida Peloggio (orientador-UFC)
Prof. Dr. Eduardo de Faria Coutinho (Examinador externo-UFRJ)
Prof. Dr. Edson Soares Martins (Examinador externo-URCA)
Prof. Dr. Atílio Bergamini Junior (Examinador externo-UFC)
Prof. Dr. Yuri Brunello (Examinador interno-UFC)

JUNHO

♦♦♦ Sobre heroísmo e anti-heroísmo: a configuração da personagem protagonista em Aquilino Ribeiro e em Guimarães Rosa
Discente: MARILIA ANGELICA BRAGA DO NASCIMENTO
Data: 29/06/2018
Hora: 09:00
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Ana Márcia Alves Siqueira (orientadora-UFC)
Profa. Dra. Denise Noronha Lima (Examinadora externa-UECE)
Profa. Dra. Margarida Pontes Timbó (Examinadora externa-FLF)
Profa. Dra. Odalice de Castro Silva (Examinadora interna-UFC)
Prof. Dr. Marcelo Almeida Peloggio (Examinador interno-UFC)

ABRIL

♦♦♦ O Princípio do Iceberg nas telas: personagem e espaço na construção de um Hemingway ficcional
Discente: SIMONE DOS SANTOS MACHADO NASCIMENTO
Data: 23/04/2018
Hora: 14:00
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Prof. Dr. Carlos Augusto Viana da Silva (orientador-UFC)
Prof. Dr. Charles Albuquerque Gonçalves (Examinador externo-UERN)
Profa. Dra. Maria da Salete Nunes (Examinadora externa-UFC)
Profa. Dra. Lourdes Bernardes Gonçalves (Examinadora externa-UFC)
Profa. Dra. Ana Maria César Pompeu (Examinadora interna-UFC)

♦♦♦ A importância intrínseca e a confiabilidade dos escólios de Acarnenses
Discente: LAURO INÁCIO DE MOURA FILHO
Data: 06/04/2018
Hora: 09:00
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Ana Maria César Pompeu (orientadora-UFC)
Prof. Dr. Roosevelt Araújo da Rocha Junior  (Examinador externo-UFPR)
Prof. Dr. Josenir Alcântara de Oliveira (Examinador externo-UFC)
Profa. Dra. Joseane Mara Prezotto (Examinadora interna-UFC)
Prof. Dr. Francisco Edi de Oliveira Sousa (Examinador interno-UFC)

MARÇO

♦♦♦ Alencar e Saramago: configurações da realidade ficcional em Guerra dos Mascates e Memorial do Convento
Discente: ARLENE FERNANDES VASCONCELOS
Data: 28/03/2018
Hora: 15:00
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Prof. Dr. Marcelo Almeida Peloggio (orientador-UFC)
Prof. Dr. Francisco Agileu de Lima Gadelha (Examinador externo-UECE)
Profa. Dra. Silvia Márcia Alves Siqueira (Examinadora externa-UECE)
Prof. Dr. Franciso Régis Lopes Ramos (Examinador externo-UFC)
Profa. Dra. Odalice de Castro Silva (Examinadora interna-UFC)

♦♦♦ A narrativa a caminho do narrar, ou do que fal(h)a em Lobo Antunes
Discente: MAICON ARAÚJO DOS SANTOS
Data: 27/03/2018
Hora: 14:00
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Prof. Dr. Cid Ottoni Bylaardt (orientador-UFC)
Prof. Dr. Douglas Carlos de Paula Moreira (Examinador externo-UECE)
Prof. Dr. Saulo de Araújo Lemos (Examinador externo-UECE)
Prof. Dr. Franciso Régis Lopes Ramos (Examinador externo-UFC)
Prof. Dr. Yuri Brunello (Examinador interno-UFC)

JANEIRO

♦♦♦ Crônica da casa assassinada, de Lúcio Cardoso, e a temática do mal: uma análise da personagem feminina na literatura e no cinema
Discente: AILA MARIA LEITE SAMPAIO
Data: 30/01/2018
Hora: 09:30
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Prof. Dr. Carlos Augusto Viana da Silva (orientador-UFC)
Prof. Dr. Douglas Carlos de Paula Moreira (Examinador externo-UECE)
Profa. Dra. Maria da Salete Nunes (Examinadora externa-UECE)
Profa. Dra. Fernanda Maria Abreu Coutinho (Examinadora interna-UFC)
Prof. Dr. Orlando Luiz de Araújo (Examinador interno-UFC)

2017

NOVEMBRO

♦♦♦ Tradição e modernidade na produção poética de Roberto Pontes
Discente: FERNANDA MARIA DINIZ DA SILVA
Data: 20/11/2017
Hora: 15:00
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Elizabeth Dias Martins (orientadora-UFC)
Prof. Dr. Alamir Aquino Corrêa (Examinador externo-UEL)
Profa. Dra. Cássia Maria Bezerra do Nascimento (Examinadora externa-UFAM)
Prof. Dr. Francisco Vicente de Paula Junior (Examinador externo-UVA)
Profa. Dra. Hermínia Maria Lima da Silva (Examinadora externa-UNIFOR)

SETEMBRO

♦♦♦ O farsesco em Aristófanes
Discente: FRANCISCO ALISON RAMOS DA SILVA
Data: 21/09/2017
Hora: 16:00
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Ana Maria César Pompeu (orientadora-UFC)
Prof. Dr. Roque do Nascimento Albuquerque (Examinador externo-UNILAB)
Profa. Dra. Sylvia Peixoto Leão Almeida (Examinadora externa-UECE)
Prof. Dr. Roberto Arruda de Oliveira (Examinador externo-UFC)
Prof. Dr. Francisco Edi de Oliveira Sousa (Examinador interno-UFC)

JUNHO

♦♦♦ A condição humana na poética de Clarice Lispector
Discente: WESCLEI RIBEIRO DA CUNHA
Data: 26/06/2017
Hora: 09:00
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Odalice de Castro Silva (orientadora-UFC)
Prof. Dr. Francisco Agileu de Lima Gadelha (Examinador externo-UECE)
Prof. Dr.Francisco Gilmar Cavalcante de Carvalho (Examinador externo-UFC)
Prof. Dr. Odilio Alves Aguiar (Examinador externo-UFC)
Prof. Dr. José Américo Bezerra Saraiva (Examinador externo-UFC)

MARÇO

♦♦♦ O espaço da memória em José Saramago: literatura e autobiografia
Discente: DENISE NORONHA LIMA
Data: 29/03/2017
Hora: 09:00
Local: Sala de Defesa (Capitu) – Programa de Pós-Graduação em Letras/UFC
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Odalice de Castro Silva (orientadora-UFC)
Prof. Dr. Francisco Agileu de Lima Gadelha (Examinador externo-UECE)
Prof. Dr.Francisco Gilmar Cavalcante de Carvalho (Examinador externo-UFC)
Prof. Dr. Marcelo Magalhães Leitão (Examinador externo-UFC)
Prof. Dr. Geraldo Augusto Fernandes (Examinador externo-UFC)