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Universidade Federal do Ceará
Programa de Pós-Graduação em Letras: Literatura Comparada

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Tito Lívio Cruz Romão – (Permanente)

Tito Lívio Cruz Romão – Dr./UFSC (2013)
Estágio Pós-Doutoral/UFPB (2018)
Currículo Latteshttp://lattes.cnpq.br/7110160857332053
Linha de Pesquisa 1 – Literatura/s, Linguagens e Outras Poéticas
E-mailcruzromao@terra.com.br

Projeto: Análise crítica de traduções literárias: a metodologia de Katharina Reiss

Resumo: A prática da crítica de tradução literária se destaca por ainda haver poucos trabalhos científicos que a fundamentem com métodos e critérios técnicos. Em revistas se veem críticas de traduções literárias com base em generalizações restritas, amiúde, a possíveis erros de tradução na ótica pessoal dos críticos. Para Reiss (1986) a crítica de tradução presta diferentes contribuições, como a melhoria da competência tradutória e o aumento do horizonte linguístico-cultural de tradutores. Primeiramente há de se verificar a tipologia textual do original (texto-fonte = TF). Para isso Reiss usa critérios concebidos por Bühler (1979) com ênfase na expressão, na representação e no apelo. Em 2º lugar, é preciso ver se a tradução (texto-alvo = TA) faz jus às componentes linguísticas e, em 3º, às determinantes extralinguísticas do TF através de vocábulos, expressões, termos etc. potencialmente ou adequadamente correspondentes. Se as componentes linguísticas abrangem elementos semânticos, gramaticais e estilísticos, as determinantes extralinguísticas incluem fatores pragmáticos e aspectos culturais, históricos, geográficos etc. que determinam a configuração de um TF. O objetivo principal desta pesquisa é familiarizar alunos de Letras/Alemão com as bases teórico-práticas do método de análise crítica de traduções de Reiss. Eis os objetivos específicos: a) envolver os bolsistas na prática desse tipo de análise em grupos de alunos de Literatura Alemã; b) proceder à análise crítica da tradução do livro Brasilien, ein Land der Zukunft (Brasil, [um] país do futuro), de Stefan Zweig, com base em 2 traduções brasileiras e 3 estrangeiras. A metodologia inclui: a) familiarizar os bolsistas com o método de Reiss; b) leituras críticas, em separado, do original e das 2 traduções brasileiras; c) cotejo do TF com os 2 TA e, se preciso, com os 3 TA estrangeiros; d) formar de um quadro ilustrativo, a partir dos critérios de Reiss, das tomadas de decisões (exitosas ou não) presentes nos TA.

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